Felipe Vieira traído de forma covarde pela redação
Ao ler matéria sobre a libertação do Papagaio, Claudio Adriano Ribeiro, assaltante de bancos e homicida, leu no Teleprompter o que segue: a advogada do Papagaio, Adriana Ribeiro da Silva. Ocorre que Adriana Ribeiro da Silva não é advogada do ladrão e sim Juíza de Direito que atuou no processo. Maria Helena Viegas é advogada que defende o bandido. Sacanagem com um profissional que coloca a cara à frente das câmeras. Covardia mesmo, decorrente por certo da falta de conhecimento ou atenção de quem redigiu.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Observação sobe o Jornal das 10 na “poderosa”.
por Jorge Loeffler
Sintonizei o canal 40 da “poderosa” quando era apresentado o Jornal das 10, mas eram 22 horas. Ouço o douto comentarista de nome Sardenberg quando o mesmo lia um daqueles muitos ataques a Rede Record e a igreja Universal. O mesmo diz ao vivo que igrejas têm isenção tributária. Tolice, pois em todo o mundo ocidental as igrejas, incluindo-se a rica igreja de Roma, gozam de imunidade tributária, algo bem diferente. Segue o jornal e volta o mesmo comentarista falando sobre o que estados “gastam” com segurança pública. Até devo admitir de certa forma que ele está correto, mas como contribuinte entendo que o estado nos três níveis não gasta e sim “investe”.
Sintonizei o canal 40 da “poderosa” quando era apresentado o Jornal das 10, mas eram 22 horas. Ouço o douto comentarista de nome Sardenberg quando o mesmo lia um daqueles muitos ataques a Rede Record e a igreja Universal. O mesmo diz ao vivo que igrejas têm isenção tributária. Tolice, pois em todo o mundo ocidental as igrejas, incluindo-se a rica igreja de Roma, gozam de imunidade tributária, algo bem diferente. Segue o jornal e volta o mesmo comentarista falando sobre o que estados “gastam” com segurança pública. Até devo admitir de certa forma que ele está correto, mas como contribuinte entendo que o estado nos três níveis não gasta e sim “investe”.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Indícios
18/08/2009
por Jorge Loeffler
Indícios não têm a consistência de uma prova material, mas conduzem a uma convicção quando somados e com seqüência lógica. Dona Yeda é culpada ou não? Confesso que não posso afirmar. Só quem poderá afirmar será uma sentença transitada em julgado. Daí penso que se possa inferir que esta hipótese não será alcançada, pois em nosso país a impunidade campeia. Quando o Bu$atto cantou como um bom canarinho e foi grampeado pelo vice- governador, incontáveis foram os políticos e mesmo jornalistas que o massacraram. Penso que este cidadão, foi franco e a ele sou grato como também o sou ao vice que depois de tê-lo grampeado, tornou as gravações públicas permitindo a todos que pagam tributos viessem, a saber, como são desviados recursos do erário para financiar campanhas de patifes. Depois disto a deputada federal Luciana Genro e o vereador Pedro Ruas, este advogado, descarregaram sua baterias contra a govenandora acusando-a de ser corrupta. Os periódicos e revistas deitaram e rolaram. Dona Yeda diante destes fatos tomou a atitude de processar jornais e revistas buscando reparação financeira para o dano moral que dizia ter sofrido. Mas não moveu processo contra a deputada Luciano Genro. Isto para mim consiste num belo indício. Por que digo isto? Por que processada a deputada, esta em sua defesa iria solicitar a exceção da verdade, fazendo com que documentos em mãos da procuradoria Geral da República viessem a público. Assim sendo mover processo contra a deputada seria um mau negócio. Logo a seguir um deputado que a meu juízo não merece respeito, pois eleito por uma sigla, imediatamente bandeou-se para o lado da governadora. Ele atende pelo nome de Coffy.
Este deputado partiu para cima do vice-governador com o propósito de cassar o mandato do mesmo visto que ele fizera algum negócio através de suas empresas com a falida Ulbra.
Este comportamento a mim pareceu ser outro indício, pois havendo a inimizade que hoje há ente a governadora e o vice, pareceu-me que a tal proposta de cassação teria o objetivo de impedir o mesmo de assumir o governo no caso de cassação do mandato de dona Yeda. Outro indício que julgo forte e não está colocado na ordem cronológica foi a aposentadoria do preso Vaz Netto, requerida e processada em uma semana, enquanto o mesmo ainda estava preso provisoriamente. Este tem cheiro de fumaça e sabemos que onde há fogo o mesmo gera fumaça. Aposentei-me em 1993 e o processo tramitou por mais de três meses, estando eu em liberdade. A aposentadoria de algum servidor preso por corrupção tramitar em uma semana, além de ser escandaloso, penso ser caso de polícia, tal sua gravidade. E o mais grave é que quem concedeu a mesma era sabedor de que esta seria cassada, mais cedo ou mais tarde por absurda. Logo quem concedeu dita aposentadoria devia saber de tal, mas ainda o fez penso que para acalmar o preso e mantê-lo de bico calado. Por todo o exposto se dona Yeda nada tem a ver com a patifaria, certamente é das criaturas mais azaradas que nasceu neste planeta.
Para encerrar digo que todos apontam incontáveis inimigos de dona Yeda, mas até o momento não me lembro de ter ouvido ou lido o que vou afirmar a seguir. Dona Yeda tem um inimigo que só mesmo um psiquiatra poderá ajudá-la a livrar-se do mesmo. É o ego dela que os tradicionalistas diriam ser do tamanho do Rio Grande. Exemplo disto é o fato de que volta e meia algum dos seus é objeto de acusação e ela faz ouvidos de mercador. Isto soma contra ela sempre. Necessário registrar que ela move-se no terreno político tal com um elefante em uma loja de cristais. Exemplo é Ricardo Lied que julgo bandido. Por que digo isto? Por que na campanha eleitoral à Prefeitura de Lajeado em que seu partido estava coligado com o PP em busca da reeleição da Prefeita. O adversário da mesma era o ex-deputado Luiz Fernando Schmidt. Ricardo Lied valeu-se de dois brigadianos lotados no Piratini que tem senha de acesso ao sistema informatizado da Polícia para “investigar” a vida do adversário. Isto é crime, pois conduta de bandido. Não bastasse isto, Lied passou a informação a outro bandido que era vereador do PSDB e seu primo, o qual buscava também reeleger-se. Este telefonema foi gravado em “investigação” do MPE. Por tal conduta Klaus foi enKLAUSurado até o dia do pleito e libertado tão logo fechadas as urnas. Disse ele depois da apuração que o povo o havia absolvido, pois lograra a reeleição. Deu-se mal, pois teve seu mandato cassado pela magistrada da comarca. Você leitor atento deve ter observado que coloquei entre aspas o vocábulo investigações nas duas vezes que o empreguei. Explico que assim procedi para salientar que investigação de conduta criminosa mesmo que eleitoral é de competência do Delegado de Polícia que é a única autoridade policial neste estado e jamais de assessor de governador, promotor ou brigadiano. No caso em Lajeado foram empregados brigadianos desviados de sua função que é o policiamento ostensivo. O Promotor Público é o titular da ação penal e o Delegado de Polícia é o titular da investigação criminal. Assim está no mandamento constitucional.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
por Jorge Loeffler
Indícios não têm a consistência de uma prova material, mas conduzem a uma convicção quando somados e com seqüência lógica. Dona Yeda é culpada ou não? Confesso que não posso afirmar. Só quem poderá afirmar será uma sentença transitada em julgado. Daí penso que se possa inferir que esta hipótese não será alcançada, pois em nosso país a impunidade campeia. Quando o Bu$atto cantou como um bom canarinho e foi grampeado pelo vice- governador, incontáveis foram os políticos e mesmo jornalistas que o massacraram. Penso que este cidadão, foi franco e a ele sou grato como também o sou ao vice que depois de tê-lo grampeado, tornou as gravações públicas permitindo a todos que pagam tributos viessem, a saber, como são desviados recursos do erário para financiar campanhas de patifes. Depois disto a deputada federal Luciana Genro e o vereador Pedro Ruas, este advogado, descarregaram sua baterias contra a govenandora acusando-a de ser corrupta. Os periódicos e revistas deitaram e rolaram. Dona Yeda diante destes fatos tomou a atitude de processar jornais e revistas buscando reparação financeira para o dano moral que dizia ter sofrido. Mas não moveu processo contra a deputada Luciano Genro. Isto para mim consiste num belo indício. Por que digo isto? Por que processada a deputada, esta em sua defesa iria solicitar a exceção da verdade, fazendo com que documentos em mãos da procuradoria Geral da República viessem a público. Assim sendo mover processo contra a deputada seria um mau negócio. Logo a seguir um deputado que a meu juízo não merece respeito, pois eleito por uma sigla, imediatamente bandeou-se para o lado da governadora. Ele atende pelo nome de Coffy.
Este deputado partiu para cima do vice-governador com o propósito de cassar o mandato do mesmo visto que ele fizera algum negócio através de suas empresas com a falida Ulbra.
Este comportamento a mim pareceu ser outro indício, pois havendo a inimizade que hoje há ente a governadora e o vice, pareceu-me que a tal proposta de cassação teria o objetivo de impedir o mesmo de assumir o governo no caso de cassação do mandato de dona Yeda. Outro indício que julgo forte e não está colocado na ordem cronológica foi a aposentadoria do preso Vaz Netto, requerida e processada em uma semana, enquanto o mesmo ainda estava preso provisoriamente. Este tem cheiro de fumaça e sabemos que onde há fogo o mesmo gera fumaça. Aposentei-me em 1993 e o processo tramitou por mais de três meses, estando eu em liberdade. A aposentadoria de algum servidor preso por corrupção tramitar em uma semana, além de ser escandaloso, penso ser caso de polícia, tal sua gravidade. E o mais grave é que quem concedeu a mesma era sabedor de que esta seria cassada, mais cedo ou mais tarde por absurda. Logo quem concedeu dita aposentadoria devia saber de tal, mas ainda o fez penso que para acalmar o preso e mantê-lo de bico calado. Por todo o exposto se dona Yeda nada tem a ver com a patifaria, certamente é das criaturas mais azaradas que nasceu neste planeta.
Para encerrar digo que todos apontam incontáveis inimigos de dona Yeda, mas até o momento não me lembro de ter ouvido ou lido o que vou afirmar a seguir. Dona Yeda tem um inimigo que só mesmo um psiquiatra poderá ajudá-la a livrar-se do mesmo. É o ego dela que os tradicionalistas diriam ser do tamanho do Rio Grande. Exemplo disto é o fato de que volta e meia algum dos seus é objeto de acusação e ela faz ouvidos de mercador. Isto soma contra ela sempre. Necessário registrar que ela move-se no terreno político tal com um elefante em uma loja de cristais. Exemplo é Ricardo Lied que julgo bandido. Por que digo isto? Por que na campanha eleitoral à Prefeitura de Lajeado em que seu partido estava coligado com o PP em busca da reeleição da Prefeita. O adversário da mesma era o ex-deputado Luiz Fernando Schmidt. Ricardo Lied valeu-se de dois brigadianos lotados no Piratini que tem senha de acesso ao sistema informatizado da Polícia para “investigar” a vida do adversário. Isto é crime, pois conduta de bandido. Não bastasse isto, Lied passou a informação a outro bandido que era vereador do PSDB e seu primo, o qual buscava também reeleger-se. Este telefonema foi gravado em “investigação” do MPE. Por tal conduta Klaus foi enKLAUSurado até o dia do pleito e libertado tão logo fechadas as urnas. Disse ele depois da apuração que o povo o havia absolvido, pois lograra a reeleição. Deu-se mal, pois teve seu mandato cassado pela magistrada da comarca. Você leitor atento deve ter observado que coloquei entre aspas o vocábulo investigações nas duas vezes que o empreguei. Explico que assim procedi para salientar que investigação de conduta criminosa mesmo que eleitoral é de competência do Delegado de Polícia que é a única autoridade policial neste estado e jamais de assessor de governador, promotor ou brigadiano. No caso em Lajeado foram empregados brigadianos desviados de sua função que é o policiamento ostensivo. O Promotor Público é o titular da ação penal e o Delegado de Polícia é o titular da investigação criminal. Assim está no mandamento constitucional.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Gripe mata? E quem mata a ética?
03/08/2009
por Jorge Loeffler
Certamente que não. Muitos confundem o resfriado com a gripe. Ambas são patologias. Sou leigo na área de medicina, da qual estudei somente medicina legal tanto na Escola de Polícia quanto na Unisinos, a qual me foi extremamente útil em diversas oportunidades na investigação policial. Tenho alguns amigos médicos.
Não pretendo e não vou falar sobre medicina até por que como disse, não sou médico. Uma das coisas que mais é observada na medicina é o comportamento ético. Há uma variação do vírus da gripe que realmente desperta preocupação, especialmente na área médica, tanto dos profissionais quanto das autoridades de saúde pública.
Há igualmente um comportamento dos meios de comunicação que me entristece, pois esse surto de gripe que efetivamente ocorre, é assunto permanente nos meios de comunicação.
Assim foi ano passado com o caso de uma menina que morreu ao cair ou ser jogada de um prédio de apartamentos em São Paulo. Vocês lembram com certeza. Foram mais de dois meses com este assunto todos os dias em nossos televisores. Houve uma acirrada disputa pela audiência.
Isto em meu entendimento fere e muito a ética nas comunicações. Como? Você leitor acredita que o casal preso preventivamente desde então, prisão preventiva que excede o prazo constante na lei processual penal, irá ter um julgamento justo? Duvido. Estão ambos condenados a menos que sejam julgados em outro país, o que obviamente é impossível. Quem os condenará a pena máxima? Não serão os jurados e sim os meios de comunicação, especialmente a televisão. Há alguém que de sã consciência acredite que eles realmente terão um julgamento justo?
Já no caso da gripe presente, todos os meios estão dando ênfase exagerada à mesma. Ontem ZH ocupou mais de meia dúzia de páginas com a dita gripe, inclusive apresentando detalhes de vítimas da mesma. Mas não foi a gripe quem os matou e sim as complicações que a mesma trás.
Todos os anos morrem centenas de milhares de seres humanos no planeta vítimas de referidas complicações. A mais importante delas me parece ser a pneumonia. Por que somente agora tamanho interesse dos meios de comunicação? Simples a resposta, pois buscam a audiência do espectador e a venda de jornais, o que convertem em lucros, pouco importando o restante. Não sou jornalista e sim jornaleiro.
Entenderá melhor o que afirmo quem já tiver editado um jornal no interior, no qual você é fotógrafo, redator, digitador, vendedor de anúncios, e por aí vai. Por falar em ZH, certamente você já observou que depois de inaugurado o novo parque gráfico, o layout da mesma mudou. Ou seja, foi mudada a diagramação.
A mesma ficou bem “mais leve”, isto é, mais agradável ao nosso olhar. Hoje ZH me lembra muito o jornal A Hora, editado em Lajeado que é em minha maneira de ver, um primor em diagramação.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
por Jorge Loeffler
Certamente que não. Muitos confundem o resfriado com a gripe. Ambas são patologias. Sou leigo na área de medicina, da qual estudei somente medicina legal tanto na Escola de Polícia quanto na Unisinos, a qual me foi extremamente útil em diversas oportunidades na investigação policial. Tenho alguns amigos médicos.
Não pretendo e não vou falar sobre medicina até por que como disse, não sou médico. Uma das coisas que mais é observada na medicina é o comportamento ético. Há uma variação do vírus da gripe que realmente desperta preocupação, especialmente na área médica, tanto dos profissionais quanto das autoridades de saúde pública.
Há igualmente um comportamento dos meios de comunicação que me entristece, pois esse surto de gripe que efetivamente ocorre, é assunto permanente nos meios de comunicação.
Assim foi ano passado com o caso de uma menina que morreu ao cair ou ser jogada de um prédio de apartamentos em São Paulo. Vocês lembram com certeza. Foram mais de dois meses com este assunto todos os dias em nossos televisores. Houve uma acirrada disputa pela audiência.
Isto em meu entendimento fere e muito a ética nas comunicações. Como? Você leitor acredita que o casal preso preventivamente desde então, prisão preventiva que excede o prazo constante na lei processual penal, irá ter um julgamento justo? Duvido. Estão ambos condenados a menos que sejam julgados em outro país, o que obviamente é impossível. Quem os condenará a pena máxima? Não serão os jurados e sim os meios de comunicação, especialmente a televisão. Há alguém que de sã consciência acredite que eles realmente terão um julgamento justo?
Já no caso da gripe presente, todos os meios estão dando ênfase exagerada à mesma. Ontem ZH ocupou mais de meia dúzia de páginas com a dita gripe, inclusive apresentando detalhes de vítimas da mesma. Mas não foi a gripe quem os matou e sim as complicações que a mesma trás.
Todos os anos morrem centenas de milhares de seres humanos no planeta vítimas de referidas complicações. A mais importante delas me parece ser a pneumonia. Por que somente agora tamanho interesse dos meios de comunicação? Simples a resposta, pois buscam a audiência do espectador e a venda de jornais, o que convertem em lucros, pouco importando o restante. Não sou jornalista e sim jornaleiro.
Entenderá melhor o que afirmo quem já tiver editado um jornal no interior, no qual você é fotógrafo, redator, digitador, vendedor de anúncios, e por aí vai. Por falar em ZH, certamente você já observou que depois de inaugurado o novo parque gráfico, o layout da mesma mudou. Ou seja, foi mudada a diagramação.
A mesma ficou bem “mais leve”, isto é, mais agradável ao nosso olhar. Hoje ZH me lembra muito o jornal A Hora, editado em Lajeado que é em minha maneira de ver, um primor em diagramação.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Dona Yeda tenta transferir ao Ministro da Justiça sua incompetência.
13/07/2009
por Jorge Loeffler
Lendo a ZH de hoje encontro uma página inteira com o desabafo de dona Yeda. Diz que o ministro Tarso Genro é o mentor das denúncias constantes contra seu pífio governo. Ela nada mais está do que repetindo o Simon, que de tão antigo no senado e de nada saber já caiu em descrédito. Até mesmo eu que o conheci em minha juventude, pois vizinho, já não mais o suporto com aquela tertúlia flácida para dormitar bovinos. Diz ela que vai propor o impedimento do Feijó. Será que ela teme igualmente ser impedida e não quer deixar o governo para ele? É isto? O Feijó foi de utilidade inegável ao Rio Grande ao trazer ao conhecimento público todas as falcatruas confessadas por aquele baixinho intragável. Compreendi então a razão de ser mantido o tal DAER, algo absolutamente inútil e de custo altíssimo ao contribuinte. Ela botou mais gente lá e elevou salários. O desejo de prorrogar contratos com estes que nos roubam todos os dias ao usarmos rodovias construídas com o nosso tributo foi rejeita pela sociedade, mas já sei que vai voltar com mais vigor. Será que é função da eleição que se aproxima? Semana passada, indo de Lajeado a Santa Cruz do Sul, em trecho de exatos 60 quilômetros paguei dois pedágios num total de R$ 12,00 ou R$ 0,20 por quilômetro. Interessante que no referido percurso consumi exatos R$ 12,20 em gasolina.
Temos uma amiga nossa em Lajeado que está freqüentando um curso de férias na Unisc e gasta diariamente R$ 24,00 para ir e voltar, ou seja, para do rodar 120 quilômetros. Na Auto Estrada Porto Alegre – Osório, o percurso de 100 quilômetros custa módicos R$ 6,60.
Esquece dona Yeda que a segurança pública em nosso estado está do jeito que está por sua inteira responsabilidade ou incompetência, pois seu secretário nada faz, sendo figura decorativa. A polícia ostensiva em seu governo se dedica a fazer POLÍCIA POLÍCITA e ainda se intromete em atividades de exclusiva competência da Polícia Judiciária, resultando daí que há enormes desvios de efetivos que deveriam estar no policiamento ostensivo que literalmente sumiu.
E o pior de tudo é que esta intromissão custa ao contribuinte não somente a falta de policiamento como também a inutilização de provas vez que o Judiciário já tornou claro que polícia ostensiva apenas faz policiamento, sendo nulos todos os atos de cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão. Resumindo, é dinheiro do contribuinte jogado na lata de lixo. E não me venham dizer que o Judiciário está legislando. Eles apenas cumprem e fazem cumprir o que o mandamento constitucional impõe, pois vivemos num estado democrático de direito. Só os brigadianos que fazem de conta que não sabem e o secretário nada faz, não sei se por incompetente ou relapso.
Ano passado dona Yeda destinou à área de segurança algo pouco acima de 20 milhões e o Ministério da Justiça para cá mandou mais de 120 milhões. Imaginem se o Ministro da Justiça realmente estivesse por trás dessas denúncias, nem um centavo teria vindo e já teríamos intervenção federal no estado pelo caos da segurança que seria muitas vezes maior do que é.
O Pedro Ruas é um antigo político e homem versado em direito, pois advogado. Seria ele tão burro a ponto de deixar o seu na reta ao fazer tais denúncias? Claro que não. Então qual a razão que impede dona Yeda de mover contra ele processo crime? Não seria o fato de que ele poderia argüir a exceção da verdade, obrigando a Justiça Federal a abrir os documentos que lá estão?
Quando dona Yeda nomeou um advogado para ocupar vaga do quinto constitucional como Desembargador, em favor do qual tinha havido interferência do Chico Fraga, envolvido naquele rolo da merenda escolar em Canoas. Pois este mesmo senhor igualmente ligou à Governadora pedindo nomeasse o Mendes que nem mesmo formação jurídica tem, Juiz daquele tribunal particular da BM e que hoje felizmente está em processo de extinção, pois além de oneroso e é algo que mim parece desnecessário e absurdo. Não só a mim como a 23 dos 25 Desembargadores que compõem o pleno do TJ/RS.
Dona Yeda está embretada por várias razões e uma delas é o seu enorme ego que penso seja maior do que o Rio Grande. A segunda é sua incompetência em lidar com assuntos políticos, contornando obstáculos e não é por outra razão que em algumas oportunidades escrevi que ele se move como um jovem e alegre elefante numa loja de cristais.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
por Jorge Loeffler
Lendo a ZH de hoje encontro uma página inteira com o desabafo de dona Yeda. Diz que o ministro Tarso Genro é o mentor das denúncias constantes contra seu pífio governo. Ela nada mais está do que repetindo o Simon, que de tão antigo no senado e de nada saber já caiu em descrédito. Até mesmo eu que o conheci em minha juventude, pois vizinho, já não mais o suporto com aquela tertúlia flácida para dormitar bovinos. Diz ela que vai propor o impedimento do Feijó. Será que ela teme igualmente ser impedida e não quer deixar o governo para ele? É isto? O Feijó foi de utilidade inegável ao Rio Grande ao trazer ao conhecimento público todas as falcatruas confessadas por aquele baixinho intragável. Compreendi então a razão de ser mantido o tal DAER, algo absolutamente inútil e de custo altíssimo ao contribuinte. Ela botou mais gente lá e elevou salários. O desejo de prorrogar contratos com estes que nos roubam todos os dias ao usarmos rodovias construídas com o nosso tributo foi rejeita pela sociedade, mas já sei que vai voltar com mais vigor. Será que é função da eleição que se aproxima? Semana passada, indo de Lajeado a Santa Cruz do Sul, em trecho de exatos 60 quilômetros paguei dois pedágios num total de R$ 12,00 ou R$ 0,20 por quilômetro. Interessante que no referido percurso consumi exatos R$ 12,20 em gasolina.
Temos uma amiga nossa em Lajeado que está freqüentando um curso de férias na Unisc e gasta diariamente R$ 24,00 para ir e voltar, ou seja, para do rodar 120 quilômetros. Na Auto Estrada Porto Alegre – Osório, o percurso de 100 quilômetros custa módicos R$ 6,60.
Esquece dona Yeda que a segurança pública em nosso estado está do jeito que está por sua inteira responsabilidade ou incompetência, pois seu secretário nada faz, sendo figura decorativa. A polícia ostensiva em seu governo se dedica a fazer POLÍCIA POLÍCITA e ainda se intromete em atividades de exclusiva competência da Polícia Judiciária, resultando daí que há enormes desvios de efetivos que deveriam estar no policiamento ostensivo que literalmente sumiu.
E o pior de tudo é que esta intromissão custa ao contribuinte não somente a falta de policiamento como também a inutilização de provas vez que o Judiciário já tornou claro que polícia ostensiva apenas faz policiamento, sendo nulos todos os atos de cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão. Resumindo, é dinheiro do contribuinte jogado na lata de lixo. E não me venham dizer que o Judiciário está legislando. Eles apenas cumprem e fazem cumprir o que o mandamento constitucional impõe, pois vivemos num estado democrático de direito. Só os brigadianos que fazem de conta que não sabem e o secretário nada faz, não sei se por incompetente ou relapso.
Ano passado dona Yeda destinou à área de segurança algo pouco acima de 20 milhões e o Ministério da Justiça para cá mandou mais de 120 milhões. Imaginem se o Ministro da Justiça realmente estivesse por trás dessas denúncias, nem um centavo teria vindo e já teríamos intervenção federal no estado pelo caos da segurança que seria muitas vezes maior do que é.
O Pedro Ruas é um antigo político e homem versado em direito, pois advogado. Seria ele tão burro a ponto de deixar o seu na reta ao fazer tais denúncias? Claro que não. Então qual a razão que impede dona Yeda de mover contra ele processo crime? Não seria o fato de que ele poderia argüir a exceção da verdade, obrigando a Justiça Federal a abrir os documentos que lá estão?
Quando dona Yeda nomeou um advogado para ocupar vaga do quinto constitucional como Desembargador, em favor do qual tinha havido interferência do Chico Fraga, envolvido naquele rolo da merenda escolar em Canoas. Pois este mesmo senhor igualmente ligou à Governadora pedindo nomeasse o Mendes que nem mesmo formação jurídica tem, Juiz daquele tribunal particular da BM e que hoje felizmente está em processo de extinção, pois além de oneroso e é algo que mim parece desnecessário e absurdo. Não só a mim como a 23 dos 25 Desembargadores que compõem o pleno do TJ/RS.
Dona Yeda está embretada por várias razões e uma delas é o seu enorme ego que penso seja maior do que o Rio Grande. A segunda é sua incompetência em lidar com assuntos políticos, contornando obstáculos e não é por outra razão que em algumas oportunidades escrevi que ele se move como um jovem e alegre elefante numa loja de cristais.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
domingo, 21 de junho de 2009
Somos milhões de apedeutas
por Jorge Loeffler
21/06/2009
Um dos mais graves problemas que vejo em nosso povo é o desprestígio por coisas e valores nacionais. Temos mentalidade de colonizados. O que vem de fora é excelente e o que temos aqui, uma verdadeira porcaria. Como mudar isto? Penso que demanda muito tempo e empenho da educação. Produzimos muitos avanços em nossa sociedade que não queremos reconhecer, embora tenhamos um longo, muito longo caminho ainda a percorrer. Neste final de semana assistia a um programa o Canal 32 (Futura) e o programa passou pelo Instituto Butantã em São Paulo, onde estão finalizando o estudo de um novo medicamento para combater a dor, o qual é obtido a partir do veneno de uma cobra. O detalhe é que este medicamento é 600 vezes mais potente do que a mofina. Há um pesquisador da Universidade de São Carlos, no interior de São Paulo, que produziu um polímero a partir do óleo da mamona, polímero este empregado em próteses ósseas com absoluto sucesso. Este produto por ser orgânico, não está sujeito a rejeição assim como reduz de forma drástica dores do pós operatório. Tais resultados são muito pouco divulgados, penso que por nossos meios de comunicação terem maior interesse em eventuais escândalos políticos Quando ainda jovem freqüentei a Escola de Polícia, em 1965, fazendo o curso de formação de Escrivães e inspetores de Polícia. A Escola estava localizada na Rua da Azenha em frente ao Centro Comercial Azenha. A qualquer brasileiro, por menos letrado que seja, é fácil entender o que significa Centro Comercial. Recentemente estive naquelas imediações e ali não mais encontrei o Centro Comercial da Azenha, pois agora é o Shopping Azenha. Porto Alegre está repleta de Shoppings, tem um que tem o nome de Shopping da Barra. Mas que “Barra” temos em Porto Alegre? No Rio de Janeiro há a Barra da Tijuca. Assim sendo, lá se entende o emprego da denominação de Barra isto, Barra aquilo. Interessante é que a grande maioria nem mesmo sabe o sentido de “Shopping” que traduzido do idioma inglês resulta em “Comprando”. E tem mais, criamos uma expressão em inglês que lá eles nem tem idéia do que seja. Você duvida? Então pesquise a expressão “Lan House”. É isto mesmo, somos um povo composto por gente que tem preguiça de pensar e tudo que a publicidade nos oferece aceitamos imediatamente e incorporamos ao nosso vocabulário. Falta-nos o hábito de leitura. Isto devemos em parte à televisão e mais recentemente à Internet, esta rede mundial de computadores, algo espetacular em nos facilitar o acesso a informações, as quais nem sempre são confiáveis. E para sabermos o que é confiável em termos de Internet, precisamos em primeiro lugar ter uma base solida de conhecimentos. E esta base de conhecimentos é decorrente do estudo e de muita leitura. A educação em nosso estado é uma piada. Minha esposa que é professora (aposentada e ganhando 700 reais) de currículo por atividades, as chamadas de “professorinhas” pelo CEPERGS e as atuais professoras com titulação superior, titulação esta muitas vezes obtida por meios questionáveis, como cursos à distância e mesmo faculdades em quase todos os cantos, especialmente depois do maldito Plano de Carreira, obra dos milicos que queriam remunerar melhor suas esposas e as esposas das ilustres figuras civis, ligadas a eles, todas elas com um “canudo”. Minha geração foi educada na escola primária por estas “professorinhas” que sabiam o suficiente, até por que naquela época havia o hábito de leitura, inclusive de jornais. Como não podiam conceder um salário justo a todo o professora do estado, decidiram por este malfadado plano. Daí decorreu que em cada esquina há uma faculdade de educação com cursos de letras e pedagogia. Hoje há uma enorme carência de professores de matemática, química, física e biologia. Resulta daí que essa carência é suprida por engenheiros, químicos e farmacêuticos. Os paulistas para exprimir quando alguém é brabo, dizem bravo. Não faz muito tempo uma jovem acadêmica de Letras, escreveu em artigo postado em site a palavra bravo ao invés de brabo. Como tenho por ela muito respeito até por sabê-la enfrentar muitas dificuldades, fiz a observação através de email e no dia seguinte me respondeu ela que havia consultado sua professora de português e esta dissera não haver diferença alguma. Peraí, estamos preparando professores ou vendendo diplomas? Para finalizar, aqui muitos e muitos qualificam o Presidente da República de “apedeuta”, o que significa alguém que não tenha instrução, ignorante.
Pois é, semana passada o advogado e jornalista Polícia Adolfo Braga em seu site, www.polibiobraga.com.br , ele que é fá de carteirinha de dona Yeda e inimigo feroz que tudo ou todos que tenham ligação com o PT, postou em seu site o que segue:
“Godoy avalia sucesso de Lula na OIT, em Genebra
O editor conversou nesta quinta-feira a tarde com o ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, que participa da Conferência Internacional do Trabalho junto com outros 3 mil delegados de 189 Países, inclusive o ministro do Trabalho do Brasil, Carlos Lupi.
. O ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, não é propriamente o que se chama de fã de carteirinha de Lula, mas sobre a passagem do presidente por Genebra, ele fez dois registros ao editor:
1) Lula fez um estrondoso sucesso no Salão de Assembléias do Palácio das Nações e foi aplaudido de pé por representantes dos governos, empresários e trabalhadores.
2) O discurso de Lula, sobretudo seu longo improviso, foi de tirar o chapéu (Godoy foi um dos que tirou o chapéu) e fez esquecer os melhores momentos de FHC.
. Lula não é tratado no exterior como um espécime raro de primata, mas como líder carismático, inteligente e com enorme sensibilidade social.”
Isto tendo sido postado pelo Políbio pode ser que faça alguns brasileiros olharem de forma diferente ao Presidente da República, pelo menos assim espero, pois precisamos valorizar mais o que temos e temos muita coisa boa neste país, assim como muita gente qualificada que sistematicamente nos recusamos a aceitar, até pela deformação de nossa educação.
Até a próxima se Deus assim o permitir
21/06/2009
Um dos mais graves problemas que vejo em nosso povo é o desprestígio por coisas e valores nacionais. Temos mentalidade de colonizados. O que vem de fora é excelente e o que temos aqui, uma verdadeira porcaria. Como mudar isto? Penso que demanda muito tempo e empenho da educação. Produzimos muitos avanços em nossa sociedade que não queremos reconhecer, embora tenhamos um longo, muito longo caminho ainda a percorrer. Neste final de semana assistia a um programa o Canal 32 (Futura) e o programa passou pelo Instituto Butantã em São Paulo, onde estão finalizando o estudo de um novo medicamento para combater a dor, o qual é obtido a partir do veneno de uma cobra. O detalhe é que este medicamento é 600 vezes mais potente do que a mofina. Há um pesquisador da Universidade de São Carlos, no interior de São Paulo, que produziu um polímero a partir do óleo da mamona, polímero este empregado em próteses ósseas com absoluto sucesso. Este produto por ser orgânico, não está sujeito a rejeição assim como reduz de forma drástica dores do pós operatório. Tais resultados são muito pouco divulgados, penso que por nossos meios de comunicação terem maior interesse em eventuais escândalos políticos Quando ainda jovem freqüentei a Escola de Polícia, em 1965, fazendo o curso de formação de Escrivães e inspetores de Polícia. A Escola estava localizada na Rua da Azenha em frente ao Centro Comercial Azenha. A qualquer brasileiro, por menos letrado que seja, é fácil entender o que significa Centro Comercial. Recentemente estive naquelas imediações e ali não mais encontrei o Centro Comercial da Azenha, pois agora é o Shopping Azenha. Porto Alegre está repleta de Shoppings, tem um que tem o nome de Shopping da Barra. Mas que “Barra” temos em Porto Alegre? No Rio de Janeiro há a Barra da Tijuca. Assim sendo, lá se entende o emprego da denominação de Barra isto, Barra aquilo. Interessante é que a grande maioria nem mesmo sabe o sentido de “Shopping” que traduzido do idioma inglês resulta em “Comprando”. E tem mais, criamos uma expressão em inglês que lá eles nem tem idéia do que seja. Você duvida? Então pesquise a expressão “Lan House”. É isto mesmo, somos um povo composto por gente que tem preguiça de pensar e tudo que a publicidade nos oferece aceitamos imediatamente e incorporamos ao nosso vocabulário. Falta-nos o hábito de leitura. Isto devemos em parte à televisão e mais recentemente à Internet, esta rede mundial de computadores, algo espetacular em nos facilitar o acesso a informações, as quais nem sempre são confiáveis. E para sabermos o que é confiável em termos de Internet, precisamos em primeiro lugar ter uma base solida de conhecimentos. E esta base de conhecimentos é decorrente do estudo e de muita leitura. A educação em nosso estado é uma piada. Minha esposa que é professora (aposentada e ganhando 700 reais) de currículo por atividades, as chamadas de “professorinhas” pelo CEPERGS e as atuais professoras com titulação superior, titulação esta muitas vezes obtida por meios questionáveis, como cursos à distância e mesmo faculdades em quase todos os cantos, especialmente depois do maldito Plano de Carreira, obra dos milicos que queriam remunerar melhor suas esposas e as esposas das ilustres figuras civis, ligadas a eles, todas elas com um “canudo”. Minha geração foi educada na escola primária por estas “professorinhas” que sabiam o suficiente, até por que naquela época havia o hábito de leitura, inclusive de jornais. Como não podiam conceder um salário justo a todo o professora do estado, decidiram por este malfadado plano. Daí decorreu que em cada esquina há uma faculdade de educação com cursos de letras e pedagogia. Hoje há uma enorme carência de professores de matemática, química, física e biologia. Resulta daí que essa carência é suprida por engenheiros, químicos e farmacêuticos. Os paulistas para exprimir quando alguém é brabo, dizem bravo. Não faz muito tempo uma jovem acadêmica de Letras, escreveu em artigo postado em site a palavra bravo ao invés de brabo. Como tenho por ela muito respeito até por sabê-la enfrentar muitas dificuldades, fiz a observação através de email e no dia seguinte me respondeu ela que havia consultado sua professora de português e esta dissera não haver diferença alguma. Peraí, estamos preparando professores ou vendendo diplomas? Para finalizar, aqui muitos e muitos qualificam o Presidente da República de “apedeuta”, o que significa alguém que não tenha instrução, ignorante.
Pois é, semana passada o advogado e jornalista Polícia Adolfo Braga em seu site, www.polibiobraga.com.br , ele que é fá de carteirinha de dona Yeda e inimigo feroz que tudo ou todos que tenham ligação com o PT, postou em seu site o que segue:
“Godoy avalia sucesso de Lula na OIT, em Genebra
O editor conversou nesta quinta-feira a tarde com o ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, que participa da Conferência Internacional do Trabalho junto com outros 3 mil delegados de 189 Países, inclusive o ministro do Trabalho do Brasil, Carlos Lupi.
. O ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, não é propriamente o que se chama de fã de carteirinha de Lula, mas sobre a passagem do presidente por Genebra, ele fez dois registros ao editor:
1) Lula fez um estrondoso sucesso no Salão de Assembléias do Palácio das Nações e foi aplaudido de pé por representantes dos governos, empresários e trabalhadores.
2) O discurso de Lula, sobretudo seu longo improviso, foi de tirar o chapéu (Godoy foi um dos que tirou o chapéu) e fez esquecer os melhores momentos de FHC.
. Lula não é tratado no exterior como um espécime raro de primata, mas como líder carismático, inteligente e com enorme sensibilidade social.”
Isto tendo sido postado pelo Políbio pode ser que faça alguns brasileiros olharem de forma diferente ao Presidente da República, pelo menos assim espero, pois precisamos valorizar mais o que temos e temos muita coisa boa neste país, assim como muita gente qualificada que sistematicamente nos recusamos a aceitar, até pela deformação de nossa educação.
Até a próxima se Deus assim o permitir
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Cassado o Prefeito de Xangri-Lá
04/06/2009
por Jorge Loeffler
Isto a muitos surpreende especialmente aos que não acompanham de perto a vida política em nossa cidade. Para mim já veio tarde demais, pois se antes poderíamos ter evitado esta reeleição que está e continuará sendo muito ruim ao município. As irregularidades se sucedem desde o início de sua administração. Foi cassado por manobras contábeis mal feitas por assessores que em meu juízo deixam muito a desejar. No primeiro ano do mandato anterior venderam ao loteamento Villas Resort área de pouco mais de 16hectares, recebendo o erário soma muito próxima de meio milhão de reais. O projeto foi instruído por uma certidão do secretário de fazenda dizendo que a área é de mais de 16 hectares. Ocorre que no Registro de Imóveis obtive certidão da matrícula dizendo ser a área de pouco mais de sete hectares. O projeto apenas referia à venda das áreas internas, sem, no entanto definir sua extensão assim como o nome das ruas que seriam vendidas. Face a matrícula fornecida pelo RI, foi efetuada medida aproximada, por mim e pelo senhor Erni Neuberger. Os alegados 16 hectares fechavam com o absurdo da invasão da área de marinha, assim como a Avenida Beira Mar, áreas estas que foram cercadas por muros. Denunciamos ao MP, por orientação do Promotor Marcelo Simões de nossa Comarca que encaminhou a denúncia do MPF. O processo está correndo e muros serão necessariamente derrubados, assim como esperamos que o prefeito e seu secretário venham a responder por tal. Ainda em 2006 foi levada a efeito uma licitação através da qual foi contratada uma festa de crentes, com a vinda por via área de duas duplas de cantores sertanejos, uma do Espírito Santo e outra do Paraná. O custo foi de R$ 12.450,00. Ocorre que a Lei Orgânica em seu artigo 13, inciso II, veda tal tipo de despesa. Levei o caso ao MP em Capão da Canoa e este foi enrolado pelo prefeito, por estar incluso no calendário de eventos. Alguns dias depois recebi do MP um documento com algumas laudas em que me informavam ter sido absolutamente regular tal despesa. É duro receber tal do MP, fiscal da lei que é, pois este ato administrativo ia de encontro ao mandamento constitucional. No final do ano passado o TCE apontou várias irregularidades nas contas daquele exercício, inclusive esta despesa. Daí resultou uma decisão que mais parece piada de mau gosto, pois aquele Corte se limitou a multar o prefeito em RF$ 1.200,00, o que penso sirva de estímulo aos maus administradores. Mas o pior ainda foi a recomendação ao legislativo que aprovasse referidas contas, o que foi feito ao final da legislatura passada pelos vereadores que sempre endossaram as atitudes deste administrador incompetente. Tal procedimento foi igualmente realizado em 2007. Percebendo que o MP nada iria fazer, apresentamos no legislativo um pedido de cassação do mandato deste prefeito. Porém quando ele retirou o primeiro suplente de sua irmã, colocando o segundo suplente, percebemos que iriam arquivar o feito, razão pela qual o retiramos a fim de guardar os cartuchos para futura peleia. Este pedido de cassação me rendeu um processo crime que correu em segredo de justiça a pedido dele, certamente temendo fosse o mesmo usado contra ele na eleição que se avizinhava. Houve um momento em quem um ”empreendedor” encomendou a três imobiliárias avaliações dos superlotes de Atlântida. Duas imobiliárias que são efetivamente empresas apresentaram suas avaliações em valores ridículos e terceira não era empresa, mas o profissional assinou como se fosse pessoa jurídica, usando, no entanto sua inscrição junto ao CRECI como pessoa física. O empreendedor, num documento de próprio punho, protocolou o pedido ao Prefeito para que lhe vendesse cinco Alamedas e uma rua. Resultou que foi ao legislativo um projeto de lei com o objetivo de realizar tal venda cujo valor seria trocado pela construção de gavetas no cemitério municipal ao custo para o erário de 1,4 Cub/m². O parecer do assessor jurídico daquela casa foi no sentido de rejeição ao projeto já que vias públicas são “bens públicos inalienáveis”. Lembrou ainda o assessor que em caso de aprovação correriam os vereadores o risco de serem processados por improbidade administrativa. De nada adiantou, pois aprovaram. Disto resultou outro processo crime contra mim, pois escrevi que aqui eram vendidos bens públicos como se fossem privados. Tais processos me servem de estímulo vez que os mesmos resultarão em absolvição e foram ajuizados com o único propósito de me intimidar. Fico somente nestes fatos, mas tenham certeza que há muitos outros neste arremedo de administração. Em entrevista na rádio de Osório este alcaide me malhou de forma covarde, me achincalhando, numa verdadeira demonstração de desespero. Lembrei de algo que julgo importante. No processo movido pelo pedido de cassação do mandato havia dois réus, o senhor Erni Neuberger e eu. Na primeira e única audiência em que me foi oferecida a transação penal, o autor abriu mão de processar ao Erni, pois sua raiva é contra mim que o marco de perto e muito bem. Na minha juventude joguei na várzea e era um zagueiro tosco, mas que impunha respeito na área. Como vêem, não mudei muito.
Até a próxima de Deus o permitir
por Jorge Loeffler
Isto a muitos surpreende especialmente aos que não acompanham de perto a vida política em nossa cidade. Para mim já veio tarde demais, pois se antes poderíamos ter evitado esta reeleição que está e continuará sendo muito ruim ao município. As irregularidades se sucedem desde o início de sua administração. Foi cassado por manobras contábeis mal feitas por assessores que em meu juízo deixam muito a desejar. No primeiro ano do mandato anterior venderam ao loteamento Villas Resort área de pouco mais de 16hectares, recebendo o erário soma muito próxima de meio milhão de reais. O projeto foi instruído por uma certidão do secretário de fazenda dizendo que a área é de mais de 16 hectares. Ocorre que no Registro de Imóveis obtive certidão da matrícula dizendo ser a área de pouco mais de sete hectares. O projeto apenas referia à venda das áreas internas, sem, no entanto definir sua extensão assim como o nome das ruas que seriam vendidas. Face a matrícula fornecida pelo RI, foi efetuada medida aproximada, por mim e pelo senhor Erni Neuberger. Os alegados 16 hectares fechavam com o absurdo da invasão da área de marinha, assim como a Avenida Beira Mar, áreas estas que foram cercadas por muros. Denunciamos ao MP, por orientação do Promotor Marcelo Simões de nossa Comarca que encaminhou a denúncia do MPF. O processo está correndo e muros serão necessariamente derrubados, assim como esperamos que o prefeito e seu secretário venham a responder por tal. Ainda em 2006 foi levada a efeito uma licitação através da qual foi contratada uma festa de crentes, com a vinda por via área de duas duplas de cantores sertanejos, uma do Espírito Santo e outra do Paraná. O custo foi de R$ 12.450,00. Ocorre que a Lei Orgânica em seu artigo 13, inciso II, veda tal tipo de despesa. Levei o caso ao MP em Capão da Canoa e este foi enrolado pelo prefeito, por estar incluso no calendário de eventos. Alguns dias depois recebi do MP um documento com algumas laudas em que me informavam ter sido absolutamente regular tal despesa. É duro receber tal do MP, fiscal da lei que é, pois este ato administrativo ia de encontro ao mandamento constitucional. No final do ano passado o TCE apontou várias irregularidades nas contas daquele exercício, inclusive esta despesa. Daí resultou uma decisão que mais parece piada de mau gosto, pois aquele Corte se limitou a multar o prefeito em RF$ 1.200,00, o que penso sirva de estímulo aos maus administradores. Mas o pior ainda foi a recomendação ao legislativo que aprovasse referidas contas, o que foi feito ao final da legislatura passada pelos vereadores que sempre endossaram as atitudes deste administrador incompetente. Tal procedimento foi igualmente realizado em 2007. Percebendo que o MP nada iria fazer, apresentamos no legislativo um pedido de cassação do mandato deste prefeito. Porém quando ele retirou o primeiro suplente de sua irmã, colocando o segundo suplente, percebemos que iriam arquivar o feito, razão pela qual o retiramos a fim de guardar os cartuchos para futura peleia. Este pedido de cassação me rendeu um processo crime que correu em segredo de justiça a pedido dele, certamente temendo fosse o mesmo usado contra ele na eleição que se avizinhava. Houve um momento em quem um ”empreendedor” encomendou a três imobiliárias avaliações dos superlotes de Atlântida. Duas imobiliárias que são efetivamente empresas apresentaram suas avaliações em valores ridículos e terceira não era empresa, mas o profissional assinou como se fosse pessoa jurídica, usando, no entanto sua inscrição junto ao CRECI como pessoa física. O empreendedor, num documento de próprio punho, protocolou o pedido ao Prefeito para que lhe vendesse cinco Alamedas e uma rua. Resultou que foi ao legislativo um projeto de lei com o objetivo de realizar tal venda cujo valor seria trocado pela construção de gavetas no cemitério municipal ao custo para o erário de 1,4 Cub/m². O parecer do assessor jurídico daquela casa foi no sentido de rejeição ao projeto já que vias públicas são “bens públicos inalienáveis”. Lembrou ainda o assessor que em caso de aprovação correriam os vereadores o risco de serem processados por improbidade administrativa. De nada adiantou, pois aprovaram. Disto resultou outro processo crime contra mim, pois escrevi que aqui eram vendidos bens públicos como se fossem privados. Tais processos me servem de estímulo vez que os mesmos resultarão em absolvição e foram ajuizados com o único propósito de me intimidar. Fico somente nestes fatos, mas tenham certeza que há muitos outros neste arremedo de administração. Em entrevista na rádio de Osório este alcaide me malhou de forma covarde, me achincalhando, numa verdadeira demonstração de desespero. Lembrei de algo que julgo importante. No processo movido pelo pedido de cassação do mandato havia dois réus, o senhor Erni Neuberger e eu. Na primeira e única audiência em que me foi oferecida a transação penal, o autor abriu mão de processar ao Erni, pois sua raiva é contra mim que o marco de perto e muito bem. Na minha juventude joguei na várzea e era um zagueiro tosco, mas que impunha respeito na área. Como vêem, não mudei muito.
Até a próxima de Deus o permitir
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