quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Porfírio Peixoto é confirmado como presidente do TCE

Vice-presidente do órgão vai assumir a vaga de João Luiz Vargas

Um dia após a renúncia de João Luiz Vargas à presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o vice-presidente do órgão, Porfírio Peixoto, foi confirmado no cargo até o fim do mandato. Ele exerce a função desde a semana passada, quando João Luiz se licenciou alegando problemas de saúde.

A eleição extraordinária, na qual os sete conselheiros votarão para empossar Peixoto, será no próximo dia 30. Em dezembro, João Osório assume o comando do tribunal, como já programado antes da renúncia de Vargas.

— O Conselheiro João Osório me fez um apelo, não queria que sua posse fosse antecipada. Ele entende que o princípio do mais antigo, uma tradição no TCE, evita disputas internas — disse Peixoto.

João Luiz Vargas permanece como conselheiro do órgão responsável pela análise das contas do Estado e de prefeituras.

Juntamente com Porfírio, a presidência do TCE gaúcho deverá ter o conselheiro João Osório como vice e o conselheiro Cézar Miola como segundo Vice
Fonte: ZEROHORA.com

Diz o blogueiro – Este TCE a meu juízo já deveria ter sido extinto. As contas do prefeitinho de Xangri-Lá, por dois anos seguidos em que ele pagou com recursos públicos festas de crentes com viagem aérea de cantores sertanejos do Paraná e do Espírito Santo, foram acomodadas, pagando o mesmo uma multa irrisória de R$ 1.200,00 e ainda aquele colegiado de forma descarada recomendou aos “competentes” legisladores de nossa cidade que aprovassem as mesmas. Obviamente que elas foram aprovadas. Antes disto levei estes gastos ao MP e recebi como resposta que tal constava do calendário do municio. A mim pouco importa se vereadores despreparados fazem o que o prefeitinho quer. O TCE é ”generoso” e o MP tem visão muito curta, pois tal comportamento do prefeitinho atropelou o mandamento constitucional e assim entendo tenha havido improbidade administrativa o que poderia redundar na cassação do mandato do mesmo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Numa tarde de domingo em Xangri-Lá

13/09/2009

por Jorge Loeffler

Pois na tarde deste domingo dezenas de “gaúchos” com a sua indumentária típica e montados sobre cavalos, percorreram a Avenida Paraguaçu, aqui em Xangri-Lá levando a dita chama criola. Seus cavalos como era de esperar cobriram a Paraguaçu de bosta e urina. Cheiro que a muitos parece realmente ser agradável. O cavalo tem participação marcante na história da humanidade, pois com ele os exércitos obtiveram velocidade em seus deslocamentos. Hoje ainda é mantida a cavalaria nos exércitos como forma de cultuar o passado e também para dar utilidade a pessoas como o Figueiredo que com cérebro limitado devia ter uma grande bunda para lustrar a sela. Quanto ao protesto referido nesta coluna, penso que a grande maioria ou a quase totalidade dos que cultuam a tradição gaúcha, algo urbano e criado faz menos de um século por João Carlos Paixão Cortes, o fazem por entenderem ser algo bonito, pois duvido que mais do que 1% deles conheça a história da referida revolução em suas entranhas. Nosso povo é assim mesmo, lembra muito aquela ave que repte tudo o que ouve, o papagaio. É uma constatação que entristece, mas infelizmente é a pura verdade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cagada da redação

Felipe Vieira traído de forma covarde pela redação
Ao ler matéria sobre a libertação do Papagaio, Claudio Adriano Ribeiro, assaltante de bancos e homicida, leu no Teleprompter o que segue: a advogada do Papagaio, Adriana Ribeiro da Silva. Ocorre que Adriana Ribeiro da Silva não é advogada do ladrão e sim Juíza de Direito que atuou no processo. Maria Helena Viegas é advogada que defende o bandido. Sacanagem com um profissional que coloca a cara à frente das câmeras. Covardia mesmo, decorrente por certo da falta de conhecimento ou atenção de quem redigiu.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Observação sobe o Jornal das 10 na “poderosa”.

por Jorge Loeffler

Sintonizei o canal 40 da “poderosa” quando era apresentado o Jornal das 10, mas eram 22 horas. Ouço o douto comentarista de nome Sardenberg quando o mesmo lia um daqueles muitos ataques a Rede Record e a igreja Universal. O mesmo diz ao vivo que igrejas têm isenção tributária. Tolice, pois em todo o mundo ocidental as igrejas, incluindo-se a rica igreja de Roma, gozam de imunidade tributária, algo bem diferente. Segue o jornal e volta o mesmo comentarista falando sobre o que estados “gastam” com segurança pública. Até devo admitir de certa forma que ele está correto, mas como contribuinte entendo que o estado nos três níveis não gasta e sim “investe”.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Indícios

18/08/2009


por Jorge Loeffler


Indícios não têm a consistência de uma prova material, mas conduzem a uma convicção quando somados e com seqüência lógica. Dona Yeda é culpada ou não? Confesso que não posso afirmar. Só quem poderá afirmar será uma sentença transitada em julgado. Daí penso que se possa inferir que esta hipótese não será alcançada, pois em nosso país a impunidade campeia. Quando o Bu$atto cantou como um bom canarinho e foi grampeado pelo vice- governador, incontáveis foram os políticos e mesmo jornalistas que o massacraram. Penso que este cidadão, foi franco e a ele sou grato como também o sou ao vice que depois de tê-lo grampeado, tornou as gravações públicas permitindo a todos que pagam tributos viessem, a saber, como são desviados recursos do erário para financiar campanhas de patifes. Depois disto a deputada federal Luciana Genro e o vereador Pedro Ruas, este advogado, descarregaram sua baterias contra a govenandora acusando-a de ser corrupta. Os periódicos e revistas deitaram e rolaram. Dona Yeda diante destes fatos tomou a atitude de processar jornais e revistas buscando reparação financeira para o dano moral que dizia ter sofrido. Mas não moveu processo contra a deputada Luciano Genro. Isto para mim consiste num belo indício. Por que digo isto? Por que processada a deputada, esta em sua defesa iria solicitar a exceção da verdade, fazendo com que documentos em mãos da procuradoria Geral da República viessem a público. Assim sendo mover processo contra a deputada seria um mau negócio. Logo a seguir um deputado que a meu juízo não merece respeito, pois eleito por uma sigla, imediatamente bandeou-se para o lado da governadora. Ele atende pelo nome de Coffy.
Este deputado partiu para cima do vice-governador com o propósito de cassar o mandato do mesmo visto que ele fizera algum negócio através de suas empresas com a falida Ulbra.
Este comportamento a mim pareceu ser outro indício, pois havendo a inimizade que hoje há ente a governadora e o vice, pareceu-me que a tal proposta de cassação teria o objetivo de impedir o mesmo de assumir o governo no caso de cassação do mandato de dona Yeda. Outro indício que julgo forte e não está colocado na ordem cronológica foi a aposentadoria do preso Vaz Netto, requerida e processada em uma semana, enquanto o mesmo ainda estava preso provisoriamente. Este tem cheiro de fumaça e sabemos que onde há fogo o mesmo gera fumaça. Aposentei-me em 1993 e o processo tramitou por mais de três meses, estando eu em liberdade. A aposentadoria de algum servidor preso por corrupção tramitar em uma semana, além de ser escandaloso, penso ser caso de polícia, tal sua gravidade. E o mais grave é que quem concedeu a mesma era sabedor de que esta seria cassada, mais cedo ou mais tarde por absurda. Logo quem concedeu dita aposentadoria devia saber de tal, mas ainda o fez penso que para acalmar o preso e mantê-lo de bico calado. Por todo o exposto se dona Yeda nada tem a ver com a patifaria, certamente é das criaturas mais azaradas que nasceu neste planeta.
Para encerrar digo que todos apontam incontáveis inimigos de dona Yeda, mas até o momento não me lembro de ter ouvido ou lido o que vou afirmar a seguir. Dona Yeda tem um inimigo que só mesmo um psiquiatra poderá ajudá-la a livrar-se do mesmo. É o ego dela que os tradicionalistas diriam ser do tamanho do Rio Grande. Exemplo disto é o fato de que volta e meia algum dos seus é objeto de acusação e ela faz ouvidos de mercador. Isto soma contra ela sempre. Necessário registrar que ela move-se no terreno político tal com um elefante em uma loja de cristais. Exemplo é Ricardo Lied que julgo bandido. Por que digo isto? Por que na campanha eleitoral à Prefeitura de Lajeado em que seu partido estava coligado com o PP em busca da reeleição da Prefeita. O adversário da mesma era o ex-deputado Luiz Fernando Schmidt. Ricardo Lied valeu-se de dois brigadianos lotados no Piratini que tem senha de acesso ao sistema informatizado da Polícia para “investigar” a vida do adversário. Isto é crime, pois conduta de bandido. Não bastasse isto, Lied passou a informação a outro bandido que era vereador do PSDB e seu primo, o qual buscava também reeleger-se. Este telefonema foi gravado em “investigação” do MPE. Por tal conduta Klaus foi enKLAUSurado até o dia do pleito e libertado tão logo fechadas as urnas. Disse ele depois da apuração que o povo o havia absolvido, pois lograra a reeleição. Deu-se mal, pois teve seu mandato cassado pela magistrada da comarca. Você leitor atento deve ter observado que coloquei entre aspas o vocábulo investigações nas duas vezes que o empreguei. Explico que assim procedi para salientar que investigação de conduta criminosa mesmo que eleitoral é de competência do Delegado de Polícia que é a única autoridade policial neste estado e jamais de assessor de governador, promotor ou brigadiano. No caso em Lajeado foram empregados brigadianos desviados de sua função que é o policiamento ostensivo. O Promotor Público é o titular da ação penal e o Delegado de Polícia é o titular da investigação criminal. Assim está no mandamento constitucional.

Até a próxima se Deus assim o permitir.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Gripe mata? E quem mata a ética?

03/08/2009

por Jorge Loeffler


Certamente que não. Muitos confundem o resfriado com a gripe. Ambas são patologias. Sou leigo na área de medicina, da qual estudei somente medicina legal tanto na Escola de Polícia quanto na Unisinos, a qual me foi extremamente útil em diversas oportunidades na investigação policial. Tenho alguns amigos médicos.

Não pretendo e não vou falar sobre medicina até por que como disse, não sou médico. Uma das coisas que mais é observada na medicina é o comportamento ético. Há uma variação do vírus da gripe que realmente desperta preocupação, especialmente na área médica, tanto dos profissionais quanto das autoridades de saúde pública.

Há igualmente um comportamento dos meios de comunicação que me entristece, pois esse surto de gripe que efetivamente ocorre, é assunto permanente nos meios de comunicação.

Assim foi ano passado com o caso de uma menina que morreu ao cair ou ser jogada de um prédio de apartamentos em São Paulo. Vocês lembram com certeza. Foram mais de dois meses com este assunto todos os dias em nossos televisores. Houve uma acirrada disputa pela audiência.

Isto em meu entendimento fere e muito a ética nas comunicações. Como? Você leitor acredita que o casal preso preventivamente desde então, prisão preventiva que excede o prazo constante na lei processual penal, irá ter um julgamento justo? Duvido. Estão ambos condenados a menos que sejam julgados em outro país, o que obviamente é impossível. Quem os condenará a pena máxima? Não serão os jurados e sim os meios de comunicação, especialmente a televisão. Há alguém que de sã consciência acredite que eles realmente terão um julgamento justo?

Já no caso da gripe presente, todos os meios estão dando ênfase exagerada à mesma. Ontem ZH ocupou mais de meia dúzia de páginas com a dita gripe, inclusive apresentando detalhes de vítimas da mesma. Mas não foi a gripe quem os matou e sim as complicações que a mesma trás.

Todos os anos morrem centenas de milhares de seres humanos no planeta vítimas de referidas complicações. A mais importante delas me parece ser a pneumonia. Por que somente agora tamanho interesse dos meios de comunicação? Simples a resposta, pois buscam a audiência do espectador e a venda de jornais, o que convertem em lucros, pouco importando o restante. Não sou jornalista e sim jornaleiro.

Entenderá melhor o que afirmo quem já tiver editado um jornal no interior, no qual você é fotógrafo, redator, digitador, vendedor de anúncios, e por aí vai. Por falar em ZH, certamente você já observou que depois de inaugurado o novo parque gráfico, o layout da mesma mudou. Ou seja, foi mudada a diagramação.

A mesma ficou bem “mais leve”, isto é, mais agradável ao nosso olhar. Hoje ZH me lembra muito o jornal A Hora, editado em Lajeado que é em minha maneira de ver, um primor em diagramação.
Até a próxima se Deus assim o permitir.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dona Yeda tenta transferir ao Ministro da Justiça sua incompetência.

13/07/2009

por Jorge Loeffler

Lendo a ZH de hoje encontro uma página inteira com o desabafo de dona Yeda. Diz que o ministro Tarso Genro é o mentor das denúncias constantes contra seu pífio governo. Ela nada mais está do que repetindo o Simon, que de tão antigo no senado e de nada saber já caiu em descrédito. Até mesmo eu que o conheci em minha juventude, pois vizinho, já não mais o suporto com aquela tertúlia flácida para dormitar bovinos. Diz ela que vai propor o impedimento do Feijó. Será que ela teme igualmente ser impedida e não quer deixar o governo para ele? É isto? O Feijó foi de utilidade inegável ao Rio Grande ao trazer ao conhecimento público todas as falcatruas confessadas por aquele baixinho intragável. Compreendi então a razão de ser mantido o tal DAER, algo absolutamente inútil e de custo altíssimo ao contribuinte. Ela botou mais gente lá e elevou salários. O desejo de prorrogar contratos com estes que nos roubam todos os dias ao usarmos rodovias construídas com o nosso tributo foi rejeita pela sociedade, mas já sei que vai voltar com mais vigor. Será que é função da eleição que se aproxima? Semana passada, indo de Lajeado a Santa Cruz do Sul, em trecho de exatos 60 quilômetros paguei dois pedágios num total de R$ 12,00 ou R$ 0,20 por quilômetro. Interessante que no referido percurso consumi exatos R$ 12,20 em gasolina.
Temos uma amiga nossa em Lajeado que está freqüentando um curso de férias na Unisc e gasta diariamente R$ 24,00 para ir e voltar, ou seja, para do rodar 120 quilômetros. Na Auto Estrada Porto Alegre – Osório, o percurso de 100 quilômetros custa módicos R$ 6,60.
Esquece dona Yeda que a segurança pública em nosso estado está do jeito que está por sua inteira responsabilidade ou incompetência, pois seu secretário nada faz, sendo figura decorativa. A polícia ostensiva em seu governo se dedica a fazer POLÍCIA POLÍCITA e ainda se intromete em atividades de exclusiva competência da Polícia Judiciária, resultando daí que há enormes desvios de efetivos que deveriam estar no policiamento ostensivo que literalmente sumiu.
E o pior de tudo é que esta intromissão custa ao contribuinte não somente a falta de policiamento como também a inutilização de provas vez que o Judiciário já tornou claro que polícia ostensiva apenas faz policiamento, sendo nulos todos os atos de cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão. Resumindo, é dinheiro do contribuinte jogado na lata de lixo. E não me venham dizer que o Judiciário está legislando. Eles apenas cumprem e fazem cumprir o que o mandamento constitucional impõe, pois vivemos num estado democrático de direito. Só os brigadianos que fazem de conta que não sabem e o secretário nada faz, não sei se por incompetente ou relapso.
Ano passado dona Yeda destinou à área de segurança algo pouco acima de 20 milhões e o Ministério da Justiça para cá mandou mais de 120 milhões. Imaginem se o Ministro da Justiça realmente estivesse por trás dessas denúncias, nem um centavo teria vindo e já teríamos intervenção federal no estado pelo caos da segurança que seria muitas vezes maior do que é.
O Pedro Ruas é um antigo político e homem versado em direito, pois advogado. Seria ele tão burro a ponto de deixar o seu na reta ao fazer tais denúncias? Claro que não. Então qual a razão que impede dona Yeda de mover contra ele processo crime? Não seria o fato de que ele poderia argüir a exceção da verdade, obrigando a Justiça Federal a abrir os documentos que lá estão?
Quando dona Yeda nomeou um advogado para ocupar vaga do quinto constitucional como Desembargador, em favor do qual tinha havido interferência do Chico Fraga, envolvido naquele rolo da merenda escolar em Canoas. Pois este mesmo senhor igualmente ligou à Governadora pedindo nomeasse o Mendes que nem mesmo formação jurídica tem, Juiz daquele tribunal particular da BM e que hoje felizmente está em processo de extinção, pois além de oneroso e é algo que mim parece desnecessário e absurdo. Não só a mim como a 23 dos 25 Desembargadores que compõem o pleno do TJ/RS.
Dona Yeda está embretada por várias razões e uma delas é o seu enorme ego que penso seja maior do que o Rio Grande. A segunda é sua incompetência em lidar com assuntos políticos, contornando obstáculos e não é por outra razão que em algumas oportunidades escrevi que ele se move como um jovem e alegre elefante numa loja de cristais.
Até a próxima se Deus assim o permitir.