13/07/2009
por Jorge Loeffler
Lendo a ZH de hoje encontro uma página inteira com o desabafo de dona Yeda. Diz que o ministro Tarso Genro é o mentor das denúncias constantes contra seu pífio governo. Ela nada mais está do que repetindo o Simon, que de tão antigo no senado e de nada saber já caiu em descrédito. Até mesmo eu que o conheci em minha juventude, pois vizinho, já não mais o suporto com aquela tertúlia flácida para dormitar bovinos. Diz ela que vai propor o impedimento do Feijó. Será que ela teme igualmente ser impedida e não quer deixar o governo para ele? É isto? O Feijó foi de utilidade inegável ao Rio Grande ao trazer ao conhecimento público todas as falcatruas confessadas por aquele baixinho intragável. Compreendi então a razão de ser mantido o tal DAER, algo absolutamente inútil e de custo altíssimo ao contribuinte. Ela botou mais gente lá e elevou salários. O desejo de prorrogar contratos com estes que nos roubam todos os dias ao usarmos rodovias construídas com o nosso tributo foi rejeita pela sociedade, mas já sei que vai voltar com mais vigor. Será que é função da eleição que se aproxima? Semana passada, indo de Lajeado a Santa Cruz do Sul, em trecho de exatos 60 quilômetros paguei dois pedágios num total de R$ 12,00 ou R$ 0,20 por quilômetro. Interessante que no referido percurso consumi exatos R$ 12,20 em gasolina.
Temos uma amiga nossa em Lajeado que está freqüentando um curso de férias na Unisc e gasta diariamente R$ 24,00 para ir e voltar, ou seja, para do rodar 120 quilômetros. Na Auto Estrada Porto Alegre – Osório, o percurso de 100 quilômetros custa módicos R$ 6,60.
Esquece dona Yeda que a segurança pública em nosso estado está do jeito que está por sua inteira responsabilidade ou incompetência, pois seu secretário nada faz, sendo figura decorativa. A polícia ostensiva em seu governo se dedica a fazer POLÍCIA POLÍCITA e ainda se intromete em atividades de exclusiva competência da Polícia Judiciária, resultando daí que há enormes desvios de efetivos que deveriam estar no policiamento ostensivo que literalmente sumiu.
E o pior de tudo é que esta intromissão custa ao contribuinte não somente a falta de policiamento como também a inutilização de provas vez que o Judiciário já tornou claro que polícia ostensiva apenas faz policiamento, sendo nulos todos os atos de cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão. Resumindo, é dinheiro do contribuinte jogado na lata de lixo. E não me venham dizer que o Judiciário está legislando. Eles apenas cumprem e fazem cumprir o que o mandamento constitucional impõe, pois vivemos num estado democrático de direito. Só os brigadianos que fazem de conta que não sabem e o secretário nada faz, não sei se por incompetente ou relapso.
Ano passado dona Yeda destinou à área de segurança algo pouco acima de 20 milhões e o Ministério da Justiça para cá mandou mais de 120 milhões. Imaginem se o Ministro da Justiça realmente estivesse por trás dessas denúncias, nem um centavo teria vindo e já teríamos intervenção federal no estado pelo caos da segurança que seria muitas vezes maior do que é.
O Pedro Ruas é um antigo político e homem versado em direito, pois advogado. Seria ele tão burro a ponto de deixar o seu na reta ao fazer tais denúncias? Claro que não. Então qual a razão que impede dona Yeda de mover contra ele processo crime? Não seria o fato de que ele poderia argüir a exceção da verdade, obrigando a Justiça Federal a abrir os documentos que lá estão?
Quando dona Yeda nomeou um advogado para ocupar vaga do quinto constitucional como Desembargador, em favor do qual tinha havido interferência do Chico Fraga, envolvido naquele rolo da merenda escolar em Canoas. Pois este mesmo senhor igualmente ligou à Governadora pedindo nomeasse o Mendes que nem mesmo formação jurídica tem, Juiz daquele tribunal particular da BM e que hoje felizmente está em processo de extinção, pois além de oneroso e é algo que mim parece desnecessário e absurdo. Não só a mim como a 23 dos 25 Desembargadores que compõem o pleno do TJ/RS.
Dona Yeda está embretada por várias razões e uma delas é o seu enorme ego que penso seja maior do que o Rio Grande. A segunda é sua incompetência em lidar com assuntos políticos, contornando obstáculos e não é por outra razão que em algumas oportunidades escrevi que ele se move como um jovem e alegre elefante numa loja de cristais.
Até a próxima se Deus assim o permitir.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Somos milhões de apedeutas
por Jorge Loeffler
21/06/2009
Um dos mais graves problemas que vejo em nosso povo é o desprestígio por coisas e valores nacionais. Temos mentalidade de colonizados. O que vem de fora é excelente e o que temos aqui, uma verdadeira porcaria. Como mudar isto? Penso que demanda muito tempo e empenho da educação. Produzimos muitos avanços em nossa sociedade que não queremos reconhecer, embora tenhamos um longo, muito longo caminho ainda a percorrer. Neste final de semana assistia a um programa o Canal 32 (Futura) e o programa passou pelo Instituto Butantã em São Paulo, onde estão finalizando o estudo de um novo medicamento para combater a dor, o qual é obtido a partir do veneno de uma cobra. O detalhe é que este medicamento é 600 vezes mais potente do que a mofina. Há um pesquisador da Universidade de São Carlos, no interior de São Paulo, que produziu um polímero a partir do óleo da mamona, polímero este empregado em próteses ósseas com absoluto sucesso. Este produto por ser orgânico, não está sujeito a rejeição assim como reduz de forma drástica dores do pós operatório. Tais resultados são muito pouco divulgados, penso que por nossos meios de comunicação terem maior interesse em eventuais escândalos políticos Quando ainda jovem freqüentei a Escola de Polícia, em 1965, fazendo o curso de formação de Escrivães e inspetores de Polícia. A Escola estava localizada na Rua da Azenha em frente ao Centro Comercial Azenha. A qualquer brasileiro, por menos letrado que seja, é fácil entender o que significa Centro Comercial. Recentemente estive naquelas imediações e ali não mais encontrei o Centro Comercial da Azenha, pois agora é o Shopping Azenha. Porto Alegre está repleta de Shoppings, tem um que tem o nome de Shopping da Barra. Mas que “Barra” temos em Porto Alegre? No Rio de Janeiro há a Barra da Tijuca. Assim sendo, lá se entende o emprego da denominação de Barra isto, Barra aquilo. Interessante é que a grande maioria nem mesmo sabe o sentido de “Shopping” que traduzido do idioma inglês resulta em “Comprando”. E tem mais, criamos uma expressão em inglês que lá eles nem tem idéia do que seja. Você duvida? Então pesquise a expressão “Lan House”. É isto mesmo, somos um povo composto por gente que tem preguiça de pensar e tudo que a publicidade nos oferece aceitamos imediatamente e incorporamos ao nosso vocabulário. Falta-nos o hábito de leitura. Isto devemos em parte à televisão e mais recentemente à Internet, esta rede mundial de computadores, algo espetacular em nos facilitar o acesso a informações, as quais nem sempre são confiáveis. E para sabermos o que é confiável em termos de Internet, precisamos em primeiro lugar ter uma base solida de conhecimentos. E esta base de conhecimentos é decorrente do estudo e de muita leitura. A educação em nosso estado é uma piada. Minha esposa que é professora (aposentada e ganhando 700 reais) de currículo por atividades, as chamadas de “professorinhas” pelo CEPERGS e as atuais professoras com titulação superior, titulação esta muitas vezes obtida por meios questionáveis, como cursos à distância e mesmo faculdades em quase todos os cantos, especialmente depois do maldito Plano de Carreira, obra dos milicos que queriam remunerar melhor suas esposas e as esposas das ilustres figuras civis, ligadas a eles, todas elas com um “canudo”. Minha geração foi educada na escola primária por estas “professorinhas” que sabiam o suficiente, até por que naquela época havia o hábito de leitura, inclusive de jornais. Como não podiam conceder um salário justo a todo o professora do estado, decidiram por este malfadado plano. Daí decorreu que em cada esquina há uma faculdade de educação com cursos de letras e pedagogia. Hoje há uma enorme carência de professores de matemática, química, física e biologia. Resulta daí que essa carência é suprida por engenheiros, químicos e farmacêuticos. Os paulistas para exprimir quando alguém é brabo, dizem bravo. Não faz muito tempo uma jovem acadêmica de Letras, escreveu em artigo postado em site a palavra bravo ao invés de brabo. Como tenho por ela muito respeito até por sabê-la enfrentar muitas dificuldades, fiz a observação através de email e no dia seguinte me respondeu ela que havia consultado sua professora de português e esta dissera não haver diferença alguma. Peraí, estamos preparando professores ou vendendo diplomas? Para finalizar, aqui muitos e muitos qualificam o Presidente da República de “apedeuta”, o que significa alguém que não tenha instrução, ignorante.
Pois é, semana passada o advogado e jornalista Polícia Adolfo Braga em seu site, www.polibiobraga.com.br , ele que é fá de carteirinha de dona Yeda e inimigo feroz que tudo ou todos que tenham ligação com o PT, postou em seu site o que segue:
“Godoy avalia sucesso de Lula na OIT, em Genebra
O editor conversou nesta quinta-feira a tarde com o ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, que participa da Conferência Internacional do Trabalho junto com outros 3 mil delegados de 189 Países, inclusive o ministro do Trabalho do Brasil, Carlos Lupi.
. O ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, não é propriamente o que se chama de fã de carteirinha de Lula, mas sobre a passagem do presidente por Genebra, ele fez dois registros ao editor:
1) Lula fez um estrondoso sucesso no Salão de Assembléias do Palácio das Nações e foi aplaudido de pé por representantes dos governos, empresários e trabalhadores.
2) O discurso de Lula, sobretudo seu longo improviso, foi de tirar o chapéu (Godoy foi um dos que tirou o chapéu) e fez esquecer os melhores momentos de FHC.
. Lula não é tratado no exterior como um espécime raro de primata, mas como líder carismático, inteligente e com enorme sensibilidade social.”
Isto tendo sido postado pelo Políbio pode ser que faça alguns brasileiros olharem de forma diferente ao Presidente da República, pelo menos assim espero, pois precisamos valorizar mais o que temos e temos muita coisa boa neste país, assim como muita gente qualificada que sistematicamente nos recusamos a aceitar, até pela deformação de nossa educação.
Até a próxima se Deus assim o permitir
21/06/2009
Um dos mais graves problemas que vejo em nosso povo é o desprestígio por coisas e valores nacionais. Temos mentalidade de colonizados. O que vem de fora é excelente e o que temos aqui, uma verdadeira porcaria. Como mudar isto? Penso que demanda muito tempo e empenho da educação. Produzimos muitos avanços em nossa sociedade que não queremos reconhecer, embora tenhamos um longo, muito longo caminho ainda a percorrer. Neste final de semana assistia a um programa o Canal 32 (Futura) e o programa passou pelo Instituto Butantã em São Paulo, onde estão finalizando o estudo de um novo medicamento para combater a dor, o qual é obtido a partir do veneno de uma cobra. O detalhe é que este medicamento é 600 vezes mais potente do que a mofina. Há um pesquisador da Universidade de São Carlos, no interior de São Paulo, que produziu um polímero a partir do óleo da mamona, polímero este empregado em próteses ósseas com absoluto sucesso. Este produto por ser orgânico, não está sujeito a rejeição assim como reduz de forma drástica dores do pós operatório. Tais resultados são muito pouco divulgados, penso que por nossos meios de comunicação terem maior interesse em eventuais escândalos políticos Quando ainda jovem freqüentei a Escola de Polícia, em 1965, fazendo o curso de formação de Escrivães e inspetores de Polícia. A Escola estava localizada na Rua da Azenha em frente ao Centro Comercial Azenha. A qualquer brasileiro, por menos letrado que seja, é fácil entender o que significa Centro Comercial. Recentemente estive naquelas imediações e ali não mais encontrei o Centro Comercial da Azenha, pois agora é o Shopping Azenha. Porto Alegre está repleta de Shoppings, tem um que tem o nome de Shopping da Barra. Mas que “Barra” temos em Porto Alegre? No Rio de Janeiro há a Barra da Tijuca. Assim sendo, lá se entende o emprego da denominação de Barra isto, Barra aquilo. Interessante é que a grande maioria nem mesmo sabe o sentido de “Shopping” que traduzido do idioma inglês resulta em “Comprando”. E tem mais, criamos uma expressão em inglês que lá eles nem tem idéia do que seja. Você duvida? Então pesquise a expressão “Lan House”. É isto mesmo, somos um povo composto por gente que tem preguiça de pensar e tudo que a publicidade nos oferece aceitamos imediatamente e incorporamos ao nosso vocabulário. Falta-nos o hábito de leitura. Isto devemos em parte à televisão e mais recentemente à Internet, esta rede mundial de computadores, algo espetacular em nos facilitar o acesso a informações, as quais nem sempre são confiáveis. E para sabermos o que é confiável em termos de Internet, precisamos em primeiro lugar ter uma base solida de conhecimentos. E esta base de conhecimentos é decorrente do estudo e de muita leitura. A educação em nosso estado é uma piada. Minha esposa que é professora (aposentada e ganhando 700 reais) de currículo por atividades, as chamadas de “professorinhas” pelo CEPERGS e as atuais professoras com titulação superior, titulação esta muitas vezes obtida por meios questionáveis, como cursos à distância e mesmo faculdades em quase todos os cantos, especialmente depois do maldito Plano de Carreira, obra dos milicos que queriam remunerar melhor suas esposas e as esposas das ilustres figuras civis, ligadas a eles, todas elas com um “canudo”. Minha geração foi educada na escola primária por estas “professorinhas” que sabiam o suficiente, até por que naquela época havia o hábito de leitura, inclusive de jornais. Como não podiam conceder um salário justo a todo o professora do estado, decidiram por este malfadado plano. Daí decorreu que em cada esquina há uma faculdade de educação com cursos de letras e pedagogia. Hoje há uma enorme carência de professores de matemática, química, física e biologia. Resulta daí que essa carência é suprida por engenheiros, químicos e farmacêuticos. Os paulistas para exprimir quando alguém é brabo, dizem bravo. Não faz muito tempo uma jovem acadêmica de Letras, escreveu em artigo postado em site a palavra bravo ao invés de brabo. Como tenho por ela muito respeito até por sabê-la enfrentar muitas dificuldades, fiz a observação através de email e no dia seguinte me respondeu ela que havia consultado sua professora de português e esta dissera não haver diferença alguma. Peraí, estamos preparando professores ou vendendo diplomas? Para finalizar, aqui muitos e muitos qualificam o Presidente da República de “apedeuta”, o que significa alguém que não tenha instrução, ignorante.
Pois é, semana passada o advogado e jornalista Polícia Adolfo Braga em seu site, www.polibiobraga.com.br , ele que é fá de carteirinha de dona Yeda e inimigo feroz que tudo ou todos que tenham ligação com o PT, postou em seu site o que segue:
“Godoy avalia sucesso de Lula na OIT, em Genebra
O editor conversou nesta quinta-feira a tarde com o ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, que participa da Conferência Internacional do Trabalho junto com outros 3 mil delegados de 189 Países, inclusive o ministro do Trabalho do Brasil, Carlos Lupi.
. O ex-presidente da Fiergs, Dagoberto Godoy, não é propriamente o que se chama de fã de carteirinha de Lula, mas sobre a passagem do presidente por Genebra, ele fez dois registros ao editor:
1) Lula fez um estrondoso sucesso no Salão de Assembléias do Palácio das Nações e foi aplaudido de pé por representantes dos governos, empresários e trabalhadores.
2) O discurso de Lula, sobretudo seu longo improviso, foi de tirar o chapéu (Godoy foi um dos que tirou o chapéu) e fez esquecer os melhores momentos de FHC.
. Lula não é tratado no exterior como um espécime raro de primata, mas como líder carismático, inteligente e com enorme sensibilidade social.”
Isto tendo sido postado pelo Políbio pode ser que faça alguns brasileiros olharem de forma diferente ao Presidente da República, pelo menos assim espero, pois precisamos valorizar mais o que temos e temos muita coisa boa neste país, assim como muita gente qualificada que sistematicamente nos recusamos a aceitar, até pela deformação de nossa educação.
Até a próxima se Deus assim o permitir
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Cassado o Prefeito de Xangri-Lá
04/06/2009
por Jorge Loeffler
Isto a muitos surpreende especialmente aos que não acompanham de perto a vida política em nossa cidade. Para mim já veio tarde demais, pois se antes poderíamos ter evitado esta reeleição que está e continuará sendo muito ruim ao município. As irregularidades se sucedem desde o início de sua administração. Foi cassado por manobras contábeis mal feitas por assessores que em meu juízo deixam muito a desejar. No primeiro ano do mandato anterior venderam ao loteamento Villas Resort área de pouco mais de 16hectares, recebendo o erário soma muito próxima de meio milhão de reais. O projeto foi instruído por uma certidão do secretário de fazenda dizendo que a área é de mais de 16 hectares. Ocorre que no Registro de Imóveis obtive certidão da matrícula dizendo ser a área de pouco mais de sete hectares. O projeto apenas referia à venda das áreas internas, sem, no entanto definir sua extensão assim como o nome das ruas que seriam vendidas. Face a matrícula fornecida pelo RI, foi efetuada medida aproximada, por mim e pelo senhor Erni Neuberger. Os alegados 16 hectares fechavam com o absurdo da invasão da área de marinha, assim como a Avenida Beira Mar, áreas estas que foram cercadas por muros. Denunciamos ao MP, por orientação do Promotor Marcelo Simões de nossa Comarca que encaminhou a denúncia do MPF. O processo está correndo e muros serão necessariamente derrubados, assim como esperamos que o prefeito e seu secretário venham a responder por tal. Ainda em 2006 foi levada a efeito uma licitação através da qual foi contratada uma festa de crentes, com a vinda por via área de duas duplas de cantores sertanejos, uma do Espírito Santo e outra do Paraná. O custo foi de R$ 12.450,00. Ocorre que a Lei Orgânica em seu artigo 13, inciso II, veda tal tipo de despesa. Levei o caso ao MP em Capão da Canoa e este foi enrolado pelo prefeito, por estar incluso no calendário de eventos. Alguns dias depois recebi do MP um documento com algumas laudas em que me informavam ter sido absolutamente regular tal despesa. É duro receber tal do MP, fiscal da lei que é, pois este ato administrativo ia de encontro ao mandamento constitucional. No final do ano passado o TCE apontou várias irregularidades nas contas daquele exercício, inclusive esta despesa. Daí resultou uma decisão que mais parece piada de mau gosto, pois aquele Corte se limitou a multar o prefeito em RF$ 1.200,00, o que penso sirva de estímulo aos maus administradores. Mas o pior ainda foi a recomendação ao legislativo que aprovasse referidas contas, o que foi feito ao final da legislatura passada pelos vereadores que sempre endossaram as atitudes deste administrador incompetente. Tal procedimento foi igualmente realizado em 2007. Percebendo que o MP nada iria fazer, apresentamos no legislativo um pedido de cassação do mandato deste prefeito. Porém quando ele retirou o primeiro suplente de sua irmã, colocando o segundo suplente, percebemos que iriam arquivar o feito, razão pela qual o retiramos a fim de guardar os cartuchos para futura peleia. Este pedido de cassação me rendeu um processo crime que correu em segredo de justiça a pedido dele, certamente temendo fosse o mesmo usado contra ele na eleição que se avizinhava. Houve um momento em quem um ”empreendedor” encomendou a três imobiliárias avaliações dos superlotes de Atlântida. Duas imobiliárias que são efetivamente empresas apresentaram suas avaliações em valores ridículos e terceira não era empresa, mas o profissional assinou como se fosse pessoa jurídica, usando, no entanto sua inscrição junto ao CRECI como pessoa física. O empreendedor, num documento de próprio punho, protocolou o pedido ao Prefeito para que lhe vendesse cinco Alamedas e uma rua. Resultou que foi ao legislativo um projeto de lei com o objetivo de realizar tal venda cujo valor seria trocado pela construção de gavetas no cemitério municipal ao custo para o erário de 1,4 Cub/m². O parecer do assessor jurídico daquela casa foi no sentido de rejeição ao projeto já que vias públicas são “bens públicos inalienáveis”. Lembrou ainda o assessor que em caso de aprovação correriam os vereadores o risco de serem processados por improbidade administrativa. De nada adiantou, pois aprovaram. Disto resultou outro processo crime contra mim, pois escrevi que aqui eram vendidos bens públicos como se fossem privados. Tais processos me servem de estímulo vez que os mesmos resultarão em absolvição e foram ajuizados com o único propósito de me intimidar. Fico somente nestes fatos, mas tenham certeza que há muitos outros neste arremedo de administração. Em entrevista na rádio de Osório este alcaide me malhou de forma covarde, me achincalhando, numa verdadeira demonstração de desespero. Lembrei de algo que julgo importante. No processo movido pelo pedido de cassação do mandato havia dois réus, o senhor Erni Neuberger e eu. Na primeira e única audiência em que me foi oferecida a transação penal, o autor abriu mão de processar ao Erni, pois sua raiva é contra mim que o marco de perto e muito bem. Na minha juventude joguei na várzea e era um zagueiro tosco, mas que impunha respeito na área. Como vêem, não mudei muito.
Até a próxima de Deus o permitir
por Jorge Loeffler
Isto a muitos surpreende especialmente aos que não acompanham de perto a vida política em nossa cidade. Para mim já veio tarde demais, pois se antes poderíamos ter evitado esta reeleição que está e continuará sendo muito ruim ao município. As irregularidades se sucedem desde o início de sua administração. Foi cassado por manobras contábeis mal feitas por assessores que em meu juízo deixam muito a desejar. No primeiro ano do mandato anterior venderam ao loteamento Villas Resort área de pouco mais de 16hectares, recebendo o erário soma muito próxima de meio milhão de reais. O projeto foi instruído por uma certidão do secretário de fazenda dizendo que a área é de mais de 16 hectares. Ocorre que no Registro de Imóveis obtive certidão da matrícula dizendo ser a área de pouco mais de sete hectares. O projeto apenas referia à venda das áreas internas, sem, no entanto definir sua extensão assim como o nome das ruas que seriam vendidas. Face a matrícula fornecida pelo RI, foi efetuada medida aproximada, por mim e pelo senhor Erni Neuberger. Os alegados 16 hectares fechavam com o absurdo da invasão da área de marinha, assim como a Avenida Beira Mar, áreas estas que foram cercadas por muros. Denunciamos ao MP, por orientação do Promotor Marcelo Simões de nossa Comarca que encaminhou a denúncia do MPF. O processo está correndo e muros serão necessariamente derrubados, assim como esperamos que o prefeito e seu secretário venham a responder por tal. Ainda em 2006 foi levada a efeito uma licitação através da qual foi contratada uma festa de crentes, com a vinda por via área de duas duplas de cantores sertanejos, uma do Espírito Santo e outra do Paraná. O custo foi de R$ 12.450,00. Ocorre que a Lei Orgânica em seu artigo 13, inciso II, veda tal tipo de despesa. Levei o caso ao MP em Capão da Canoa e este foi enrolado pelo prefeito, por estar incluso no calendário de eventos. Alguns dias depois recebi do MP um documento com algumas laudas em que me informavam ter sido absolutamente regular tal despesa. É duro receber tal do MP, fiscal da lei que é, pois este ato administrativo ia de encontro ao mandamento constitucional. No final do ano passado o TCE apontou várias irregularidades nas contas daquele exercício, inclusive esta despesa. Daí resultou uma decisão que mais parece piada de mau gosto, pois aquele Corte se limitou a multar o prefeito em RF$ 1.200,00, o que penso sirva de estímulo aos maus administradores. Mas o pior ainda foi a recomendação ao legislativo que aprovasse referidas contas, o que foi feito ao final da legislatura passada pelos vereadores que sempre endossaram as atitudes deste administrador incompetente. Tal procedimento foi igualmente realizado em 2007. Percebendo que o MP nada iria fazer, apresentamos no legislativo um pedido de cassação do mandato deste prefeito. Porém quando ele retirou o primeiro suplente de sua irmã, colocando o segundo suplente, percebemos que iriam arquivar o feito, razão pela qual o retiramos a fim de guardar os cartuchos para futura peleia. Este pedido de cassação me rendeu um processo crime que correu em segredo de justiça a pedido dele, certamente temendo fosse o mesmo usado contra ele na eleição que se avizinhava. Houve um momento em quem um ”empreendedor” encomendou a três imobiliárias avaliações dos superlotes de Atlântida. Duas imobiliárias que são efetivamente empresas apresentaram suas avaliações em valores ridículos e terceira não era empresa, mas o profissional assinou como se fosse pessoa jurídica, usando, no entanto sua inscrição junto ao CRECI como pessoa física. O empreendedor, num documento de próprio punho, protocolou o pedido ao Prefeito para que lhe vendesse cinco Alamedas e uma rua. Resultou que foi ao legislativo um projeto de lei com o objetivo de realizar tal venda cujo valor seria trocado pela construção de gavetas no cemitério municipal ao custo para o erário de 1,4 Cub/m². O parecer do assessor jurídico daquela casa foi no sentido de rejeição ao projeto já que vias públicas são “bens públicos inalienáveis”. Lembrou ainda o assessor que em caso de aprovação correriam os vereadores o risco de serem processados por improbidade administrativa. De nada adiantou, pois aprovaram. Disto resultou outro processo crime contra mim, pois escrevi que aqui eram vendidos bens públicos como se fossem privados. Tais processos me servem de estímulo vez que os mesmos resultarão em absolvição e foram ajuizados com o único propósito de me intimidar. Fico somente nestes fatos, mas tenham certeza que há muitos outros neste arremedo de administração. Em entrevista na rádio de Osório este alcaide me malhou de forma covarde, me achincalhando, numa verdadeira demonstração de desespero. Lembrei de algo que julgo importante. No processo movido pelo pedido de cassação do mandato havia dois réus, o senhor Erni Neuberger e eu. Na primeira e única audiência em que me foi oferecida a transação penal, o autor abriu mão de processar ao Erni, pois sua raiva é contra mim que o marco de perto e muito bem. Na minha juventude joguei na várzea e era um zagueiro tosco, mas que impunha respeito na área. Como vêem, não mudei muito.
Até a próxima de Deus o permitir
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Triste e lamentável situação
20/05/2009
Por Jorge Loeffler
O governo do estado tem desprezado a segurança pública como nenhum outro. Ano passado investiu valor semelhante ao que gastou no tal tribunal particular da polícia ostensiva. Sorte nossa que o Ministério da Justiça aqui investiu nesta área a soma de mais de 120 milhões. Faz poucos dias ouvi e vi um deputado estadual no programado Milton Cardoso na TV Assembléia afirmar que quem manda na secretaria de segurança não é o general, do que eu já desconfiava há muito. Disse o deputado que lá quem manda é um brigadiano aposentado. Penso que o deputado tenha dito a verdade, pois as coisas estão indo muito mal nesta área. Ainda ontem um trombadinha que teria arrancado uma corrente do pescoço de uma senhora, algum tempo depois foi ”apanhado” pelo policiamento ostensivo, por denúncia e, pasmem os senhores, levado para o quartel. Onde estamos? Em que período de nossa história estamos vivendo? Parece que ainda não chegamos ao pleno estado de direito com garantias constitucionais. O policiamento ostensivo quando apanha alguém deve apresentar este alguém a uma autoridade policial que é o Delegado de Polícia, a única por sinal. Li também que colocaram viaturas, brigadianos a pé a fazer a segurança do hotel em que está um clube de futebol do Rio de Janeiro. E mais, segundo ZH havia lá duas viaturas “discretas” com brigadianos disfarçados de policias civis. Nada mais me surpreende neste governo. Faz poucos dias, numa manifestação ocorrida na frente do Piratini, dentre os manifestantes estava um jornalista de verdade e viu um barbudo com colete e crachá do site Carta Maior. Em contato com o site foi informado que não haviam escalado ninguém para cobrir a manifestação. Era, pois um brigadiano disfarçado de repórter fotográfico. Isto em português bem claro se define como POLÍCIA POLÍTICA. Infelizmente esta é a triste realidade que estamos vivendo em nosso estado com uma segurança pública totalmente à deriva. E some-se a isto o fato de que o MP também tem vontade de ser polícia judiciária. Por isto volta e meia os Promotores obtém junto aos Magistrados mandados de busca e então colocam brigadianos a executá-los. Neste final de semana foram deslocados brigadianos de Osório e outro município que agora não recordo para cumprir mandados de busca lá por Mostardas. Isto é desvio de função, como o são a presença deles na Assembléia e sei quantos lugares mais. Ora, sendo reduzido o efetivo e permitindo-se tais desvios de função, é que resulta não termos mais o mínimo desejável em matéria de policiamento ostensivo. Não posso esquecer o caso da dentista que ontem culminou com a prisão do assassino, fruto de um belíssimo trabalho da Polícia Judiciária aqui da região, pois o policiamento ostensivo rodoviário do estado parece uma piada. Durante o veraneio tem viaturas, motocicletas e brigadianos em número mais do que o necessário. Confesso que a mim não surpreendeu o não atendimento à denúncia e que resultou, em face da demora, na morte da mesma, pois fora do veraneio eles se limitam a atender eventuais acidentes em nossas rodovias. Eis algumas razões pelas quais desejo que a tão discutida CPI venha a ser instalada, pois assim penso que este governo caia na realidade e efetivamente comece a governar, pois até agora tenho visto e ouvido falar muito em déficit zero e outras coisas mais que a mim parecem tertúlia flácida para dormitar bovino. Faz poucos dias, aqui neste espaço, foi postado um texto meu intitulado “Carta aberta à governadora”, no qual explicitei que os problemas são sérios e são de responsabilidade não só de dona Yeda como de todos que antecederam, pois eu desconto para Fundo de Previdência que nunca foi criado e, em conseqüência, quem paga a folha dos inativos do estado são as receitas correntes. Sendo assim, tudo o que vem sendo dito, não condiz com a verdade. Fatos falam mais alto do que qualquer dessas afirmativas feitas pelo atual governo.
Até a próxima se Deus assim o permitir
Por Jorge Loeffler
O governo do estado tem desprezado a segurança pública como nenhum outro. Ano passado investiu valor semelhante ao que gastou no tal tribunal particular da polícia ostensiva. Sorte nossa que o Ministério da Justiça aqui investiu nesta área a soma de mais de 120 milhões. Faz poucos dias ouvi e vi um deputado estadual no programado Milton Cardoso na TV Assembléia afirmar que quem manda na secretaria de segurança não é o general, do que eu já desconfiava há muito. Disse o deputado que lá quem manda é um brigadiano aposentado. Penso que o deputado tenha dito a verdade, pois as coisas estão indo muito mal nesta área. Ainda ontem um trombadinha que teria arrancado uma corrente do pescoço de uma senhora, algum tempo depois foi ”apanhado” pelo policiamento ostensivo, por denúncia e, pasmem os senhores, levado para o quartel. Onde estamos? Em que período de nossa história estamos vivendo? Parece que ainda não chegamos ao pleno estado de direito com garantias constitucionais. O policiamento ostensivo quando apanha alguém deve apresentar este alguém a uma autoridade policial que é o Delegado de Polícia, a única por sinal. Li também que colocaram viaturas, brigadianos a pé a fazer a segurança do hotel em que está um clube de futebol do Rio de Janeiro. E mais, segundo ZH havia lá duas viaturas “discretas” com brigadianos disfarçados de policias civis. Nada mais me surpreende neste governo. Faz poucos dias, numa manifestação ocorrida na frente do Piratini, dentre os manifestantes estava um jornalista de verdade e viu um barbudo com colete e crachá do site Carta Maior. Em contato com o site foi informado que não haviam escalado ninguém para cobrir a manifestação. Era, pois um brigadiano disfarçado de repórter fotográfico. Isto em português bem claro se define como POLÍCIA POLÍTICA. Infelizmente esta é a triste realidade que estamos vivendo em nosso estado com uma segurança pública totalmente à deriva. E some-se a isto o fato de que o MP também tem vontade de ser polícia judiciária. Por isto volta e meia os Promotores obtém junto aos Magistrados mandados de busca e então colocam brigadianos a executá-los. Neste final de semana foram deslocados brigadianos de Osório e outro município que agora não recordo para cumprir mandados de busca lá por Mostardas. Isto é desvio de função, como o são a presença deles na Assembléia e sei quantos lugares mais. Ora, sendo reduzido o efetivo e permitindo-se tais desvios de função, é que resulta não termos mais o mínimo desejável em matéria de policiamento ostensivo. Não posso esquecer o caso da dentista que ontem culminou com a prisão do assassino, fruto de um belíssimo trabalho da Polícia Judiciária aqui da região, pois o policiamento ostensivo rodoviário do estado parece uma piada. Durante o veraneio tem viaturas, motocicletas e brigadianos em número mais do que o necessário. Confesso que a mim não surpreendeu o não atendimento à denúncia e que resultou, em face da demora, na morte da mesma, pois fora do veraneio eles se limitam a atender eventuais acidentes em nossas rodovias. Eis algumas razões pelas quais desejo que a tão discutida CPI venha a ser instalada, pois assim penso que este governo caia na realidade e efetivamente comece a governar, pois até agora tenho visto e ouvido falar muito em déficit zero e outras coisas mais que a mim parecem tertúlia flácida para dormitar bovino. Faz poucos dias, aqui neste espaço, foi postado um texto meu intitulado “Carta aberta à governadora”, no qual explicitei que os problemas são sérios e são de responsabilidade não só de dona Yeda como de todos que antecederam, pois eu desconto para Fundo de Previdência que nunca foi criado e, em conseqüência, quem paga a folha dos inativos do estado são as receitas correntes. Sendo assim, tudo o que vem sendo dito, não condiz com a verdade. Fatos falam mais alto do que qualquer dessas afirmativas feitas pelo atual governo.
Até a próxima se Deus assim o permitir
terça-feira, 19 de maio de 2009
Viaturas patrulham arredores do hotel do Flamengo
Brigada Militar realiza ação para coibir foguetório nos arredores
Atualizada às 01h49min
Duas viaturas estacionadas em frente e dois carros discretos do 11º BPM, além de uma unidade do Batalhão de Operações Especiais (BOE), fazem dos arredores do Hotel Deville a região mais segura de Porto Alegre esta noite e garantem o sono do Flamengo. Quatro PMs também circulam a pé em frente ao local.
Até a 1h40min, não haviam sido registrados foguetórios ou qualquer incidente ligado a torcidas na área do bairro São João, próximo ao Aeroporto Salgado Filho.
Inter e Flamengo fazem nesta quarta-feira, às 21h50min, no Estádio Beira-Rio, o segundo jogo das quartas-de-final da Copa do Brasil. A RBS TV transmite para todo o Estado. No jogo de ida, os times empataram em 0x0.
Fonte:ZERO HORA
Comentário - que absurdo. Efetivo mobilizado para evitar fogos de artifício próximo de um hotel. E o mais grave, viaturas não caracterizadas, fazendo-se passar por polícia judiciária. Isto é caso de prisão destes abusados.
Atualizada às 01h49min
Duas viaturas estacionadas em frente e dois carros discretos do 11º BPM, além de uma unidade do Batalhão de Operações Especiais (BOE), fazem dos arredores do Hotel Deville a região mais segura de Porto Alegre esta noite e garantem o sono do Flamengo. Quatro PMs também circulam a pé em frente ao local.
Até a 1h40min, não haviam sido registrados foguetórios ou qualquer incidente ligado a torcidas na área do bairro São João, próximo ao Aeroporto Salgado Filho.
Inter e Flamengo fazem nesta quarta-feira, às 21h50min, no Estádio Beira-Rio, o segundo jogo das quartas-de-final da Copa do Brasil. A RBS TV transmite para todo o Estado. No jogo de ida, os times empataram em 0x0.
Fonte:ZERO HORA
Comentário - que absurdo. Efetivo mobilizado para evitar fogos de artifício próximo de um hotel. E o mais grave, viaturas não caracterizadas, fazendo-se passar por polícia judiciária. Isto é caso de prisão destes abusados.
Polícia investiga conexão de neonazistas gaúchos para compra de armas no Exterior
Grupo conhecido como Neuland estaria treinando pessoas e se preparando para ataques
Cid Martins | cid.martins@rdgaucha.com.br
O titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre investiga uma conexão entre o grupo neonazista chamado de Neuland, que faz parte de um movimento que ocorre no Paraná e em São Paulo, com países como a Argentina. O delegado Paulo César Jardim diz que essa ligação seria para compra ilegal de armas. O suposto líder gaúcho do grupo, Jairo Fischer, 21 anos, preso há alguns dias em Teutônia, suspeito de um duplo homicídio no mês passado em Curitiba, teria adquirido a arma no país vizinho. O armamento foi apreendido pela Polícia Civil.
Duas testemunhas confirmaram que o grupo adquiriu entre 30 e 40 armas. A maioria é de pistolas e revólveres, mas há uma metralhadora ponto 50 e uma submetralhadora HK MP5. Esse arsenal estaria com pelo menos quatro dos cinco proprietários de residências onde ontem foram encontrados mais de 300 itens de apologia aos ideais de Adolf Hitler. A operação ocorreu em cinco municípios: Alvorada, Cachoeirinha, Porto Alegre, Caxias do Sul e Bento Gonçalves.
Na parte de divulgação da ideologia, os contatos têm sido feito com grupos no Chile, na Inglaterra e na França. O conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Estado, Jair Krischke, diz que a ação policial evitou problemas futuros, já que dessa vez os grupos não estavam só propagando ideias, e sim cometendo crimes e se preparando para ataques.
No Rio Grande do Sul, são 50 integrantes, todos identificados, e parte deles está na Serra. O delegado Jardim também vai apurar uma morte ocorrida em Caxias do Sul em fevereiro deste ano. Segundo testemunhas ouvidas por ele, o crime teria sido cometido por neonazistas.
Nos últimos 60 dias, em todo o país, o Neuland estaria por trás de 10 assassinatos. A intenção dos policiais é investigar na Serra o financiamento de cursos para integrantes dessa nova ideologia. O Neuland estaria treinando entre 30 e 40 pessoas no Estado para fabricar bombas caseiras com o intuito de explodir sinagogas.
Fonte: zerohora.com
Cid Martins | cid.martins@rdgaucha.com.br
O titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre investiga uma conexão entre o grupo neonazista chamado de Neuland, que faz parte de um movimento que ocorre no Paraná e em São Paulo, com países como a Argentina. O delegado Paulo César Jardim diz que essa ligação seria para compra ilegal de armas. O suposto líder gaúcho do grupo, Jairo Fischer, 21 anos, preso há alguns dias em Teutônia, suspeito de um duplo homicídio no mês passado em Curitiba, teria adquirido a arma no país vizinho. O armamento foi apreendido pela Polícia Civil.
Duas testemunhas confirmaram que o grupo adquiriu entre 30 e 40 armas. A maioria é de pistolas e revólveres, mas há uma metralhadora ponto 50 e uma submetralhadora HK MP5. Esse arsenal estaria com pelo menos quatro dos cinco proprietários de residências onde ontem foram encontrados mais de 300 itens de apologia aos ideais de Adolf Hitler. A operação ocorreu em cinco municípios: Alvorada, Cachoeirinha, Porto Alegre, Caxias do Sul e Bento Gonçalves.
Na parte de divulgação da ideologia, os contatos têm sido feito com grupos no Chile, na Inglaterra e na França. O conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Estado, Jair Krischke, diz que a ação policial evitou problemas futuros, já que dessa vez os grupos não estavam só propagando ideias, e sim cometendo crimes e se preparando para ataques.
No Rio Grande do Sul, são 50 integrantes, todos identificados, e parte deles está na Serra. O delegado Jardim também vai apurar uma morte ocorrida em Caxias do Sul em fevereiro deste ano. Segundo testemunhas ouvidas por ele, o crime teria sido cometido por neonazistas.
Nos últimos 60 dias, em todo o país, o Neuland estaria por trás de 10 assassinatos. A intenção dos policiais é investigar na Serra o financiamento de cursos para integrantes dessa nova ideologia. O Neuland estaria treinando entre 30 e 40 pessoas no Estado para fabricar bombas caseiras com o intuito de explodir sinagogas.
Fonte: zerohora.com
Prefeituras do Litoral Norte começam a demolir casas construídas irregularmente
Em Pinhal, moradores foram transferidos para um condomínio
Prefeituras do litoral norte do Rio Grande do Sul começaram a demolir casas construídas irregularmente na região. Quarenta e cinco residências erguidas perto do mar foram derrubadas em Pinhal. São casas que existiam em meio a dunas, o que é proibido por lei, já que o território pertence à União, além de oferecer risco. Quem era morador fixo foi transferido para um condomínio com 30 moradias populares no distrito de Magistério. Alguns casebres estavam abandonados.
Um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal determina que a prefeitura retire todas as construções que ficam na região. Seguem irregulares no município 159 unidades. Vão desde pequenas habitações até pousadas e mercados.
Em Imbé, duas casas abandonadas localizadas em cima dos cômoros foram demolidas na praia de Albatroz. A prefeitura faz um levantamento para saber o total de habitações irregulares. O secretário municipal do Planejamento, Osmar Júnior, admite dificuldades para retirar os moradores. Conta que muitos vivem há décadas nesses locais.
Em Cidreira, a retirada das famílias determinada em ação judicial se arrasta. Segundo a prefeitura, o prazo para demolir parte das construções terminou em 15 de março, mas os moradores recorreram da decisão. Quatrocentas residências e estabelecimentos comerciais estão na faixa de areia em Cidreira.
A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), em parceria com diversos órgão públicos, espera concluir até o fim do mês mapeamento da orla para saber a quantidade real de casas construídas irregularmente.
Fonte: zerohora.com
Prefeituras do litoral norte do Rio Grande do Sul começaram a demolir casas construídas irregularmente na região. Quarenta e cinco residências erguidas perto do mar foram derrubadas em Pinhal. São casas que existiam em meio a dunas, o que é proibido por lei, já que o território pertence à União, além de oferecer risco. Quem era morador fixo foi transferido para um condomínio com 30 moradias populares no distrito de Magistério. Alguns casebres estavam abandonados.
Um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal determina que a prefeitura retire todas as construções que ficam na região. Seguem irregulares no município 159 unidades. Vão desde pequenas habitações até pousadas e mercados.
Em Imbé, duas casas abandonadas localizadas em cima dos cômoros foram demolidas na praia de Albatroz. A prefeitura faz um levantamento para saber o total de habitações irregulares. O secretário municipal do Planejamento, Osmar Júnior, admite dificuldades para retirar os moradores. Conta que muitos vivem há décadas nesses locais.
Em Cidreira, a retirada das famílias determinada em ação judicial se arrasta. Segundo a prefeitura, o prazo para demolir parte das construções terminou em 15 de março, mas os moradores recorreram da decisão. Quatrocentas residências e estabelecimentos comerciais estão na faixa de areia em Cidreira.
A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), em parceria com diversos órgão públicos, espera concluir até o fim do mês mapeamento da orla para saber a quantidade real de casas construídas irregularmente.
Fonte: zerohora.com
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