21/11/2010
Aqui nesta República de Piratini, antiga Xangri-Lá, ocorrem coisas que fogem do mundo real, daquele mundo em que nós fomos criados. Nossa (des) administração que faz poucos dias foi obrigada afastar seu todo poderoso Secretário de Administração e Finanças tendo em vista haver sido o mesmo condenado em processo crime acaba de celebrar um contrato sui generis, alugando não um eqüino como nós conhecemos aí no Brasil, mas um animal cavalar. Referido animal cavalar foi alugado da senhora GENI RODRIGUES DOS SANTOS e vem acompanhado pela respectiva encilha completa, capa de chuva, chapéu e uma corda para realizar a ronda e apreensão dos animais (eqüinos e bovinos) soltos nas Vias Públicas do Município. VALOR: R$ 3.240,00
PRAZO VIGÊNCIA: 12 meses.
Houve dispensa de licitação conforme preceitua a legislação vigente.
O interessante é que temos no quadro de servidores três com tal obrigação específica, ou seja, nada mais são obrigados a fazer senão a ronda acima referida. Não há um curral municipal. Os citados servidores estão no quadro desde que aqui viemos residir, faz mais de 10 anos. Estas locações sempre foram feitas.
Com muita freqüência, tanto durante o dia quanto durante a noite tenho visto eqüinos soltos pela cidade, mas jamais vi nestes últimos dez anos o tal ronda nas ruas e avenidas. E Ronda significa efetuar ronda, circular, mas isto não ocorre. Penso seja esta uma maneira de transferência de receita a algumas pessoas.
Temos um local chamado PARQUE DE EVENTOS localizado no outro lado da Rodovia RS-389 (Estrada do Mar). Mas tal local é sagrado e destina-se tão somente aos eventos típicos desta República de Piratini, pois todas as demais festas e que não são poucas com nosso dinheiro são realizadas no centro da cidade interrompendo a Avenida Paraguaçu. Isto enche o saco dos comerciantes e inferniza a vidas dos que habitam naquela Avenida e imediações. Tal divulgação encontrei num jornal que tem contrato com nossa Prefeitura para divulgação de atos oficiais a um custo mensal de R$ 2.800,00. Contrato necessário por imposição legal. O jornal do mesmo proprietário da emissora de rádio AM (única) existente em Capão da Canoa. Por falar na emissora de rádio esta tem um contrato com nossa Prefeitura ao custo mensal de R$ 8.000,00, ou seja, a um custo anual de R$ 96.000,00. Somados os dois contratos o erário municipal gasta exato R$ 129.800,00 somente com esta empresa. Temos ainda despesa com o Jornal do Comércio, este de circulação estadual. Igualmente leva dinheiro daqui a repetidora da poderosa, mas este é um capítulo a parte. Pois tais contratos não são públicos e nem mesmo licitação há. Há um festerê todos os anos em Atlântida que inferniza a vida da comunidade o qual é tratado em segredo, pois nem mesmo é divulgado quanto essa empresa deve à cidade. Dizem que é uma importância vultosa, mas nada divulgado. Interessante que a única empresa que mantém seus estúdios em nossa cidade durante o período de veraneio a TV PAMPA nunca é lembrada nas horas boas.
domingo, 21 de novembro de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Para que servem as leis?
04/07/2010
Quantos já se perguntaram isto? Poucos por certo. Leis são normas sociais que visam regular as relações. O conceito é bem mais amplo, mas para o que me proponho abordar, basta. Não vou me arriscar no campo dos conceitos vez que sou tão somente um “Adauto” segundo um de meus poucos e incautos leitores.
Ao iniciar nesta manhã a atividade atualização das notícias no blog me deparei com diversas delas falando sobre mortos e feridos no trânsito. Por que tantos acidentes ocorrem? São diversos os motivos. Ruas, avenidas e estradas mal conservadas, sinalização precária quando não existente. Estou afastado do tema trânsito com profissional desde quando a Polícia deixou de elaborar o Processo Sumario por crimes no trânsito. À época não havia o IP. Havia como disse o PS, este iniciado na Delegacia com a portaria instauratória servindo denuncia. Havia obviamente o contraditório. O Processo era então remetido a juízo onde era concluído. Á época vivíamos em São Sebastião do Caí e os gringos desciam e subiam pela estrada de São Vendelino “voando” com seus carros, Ford Galaxie e Dodge Dart. Eram veículos dotados de motores de alta potência e conhecidos “bebedores” de gasolina. Acidentes ocorriam todos os dias. Era uma verdadeira insanidade.
Depois em Montenegro onde vivemos algum tempo, encontrei um problema. Afastada da cidade havia uma fábrica de cervejas da Antarctica junto ao Rio Caí. Trabalhavam em três turnos. Por volta da meia noite, quando da troca de turno, raro era o dia em que não havia acidentes com vítimas. À noite sempre havia a formação de cerração. Os operários e sua maioria usavam bicicletas. Cansado de tanto realizar os processos sumários decidi buscar uma solução. Com um caminhão da Prefeitura e alguns servidores da polícia OSTENSIVA, passei a recolher bicicletas naquele horário, pois não usavam farol e sinalização. Passei a exigir faróis e para tal sempre exigia a NF que era carimbada e rubricada a fim de não sermos passados para trás já que vivemos num país cujo povo tem por hábito ser esperto ou malandro com queiram. Quase fui linchado. Levei um “pau” danado na rádio de lá. Alguns meses depois o que fizera foi reconhecido como o certo, vez que acidentes eram então uma raridade. Isto bem demonstra que o grande fator que permite acidentes ocorram em volume tamanho é a falta de fiscalização, fiscalização esta eu só se alcança com policiamento efetivo, nas 24 horas do dia e nos 365 dias do ano.
Faz cerca de dois anos, face ao crescente número de acidentes em todo o país o Congresso Nacional fez uma lei que diziam rigorosa para coibir o álcool nas rodovias. Bobagem, pura bobagem, pois não carecíamos e nem carecemos de lei e sim do cumprimento do que já existe. Durante o veraneio aqui no litoral em que o movimento na Estrada do Mar se multiplica por si mesmo centenas de vezes, as vítimas de acidentes são infinitamente em número menores que fora da temporada. Tal lei misturou as coisas, pois proibia a venda e ingestão de bebidas em estabelecimentos à margem de rodovias. As rodovias têm a chamadas áreas de domínio. Esta faixa está sob circunscrição das polícias rodoviárias. A partir deste espaço a competência é do município. E quem fornece Alvará de funcionamento a restaurantes e outras atividades econômicas à margem de rodovias são os municípios. Como se observa aí já foi instituída uma confusão. Instituída a confusão ninguém ganha nada cm a mesma. As mortes continuam ocorrendo e em boa parte dos acidentes temos condutores embriagados ao volante.
Há os pardais, algo que reputo desonesto, pois apenas toma o dinheiro do contribuinte, não inibindo efetivamente o abuso em todos os sentidos.
Para reduzir o número de vítimas de acidentes existe um só remédio. Policiamento nas ruas e rodovias. Assim sendo pode-se facilmente concluir que as mortes e mutilações vão continuar ocorrendo e de maneira crescente, pois o estado não faz sua parte, ou melhor, o faz, mas somente durante o veraneio. Nas rodovias federais não é diferente, vez a Polícia Federal usa muitos dos membros de eu segmento rodoviário em investigação, já que tem efetivo ainda muito reduzido, embora o atual governo venha investindo muito em sua Polícia Federal.
Afora isto, tudo não passa de tertúlia flácida para dormitar bovinos.
04/07/2010
Quantos já se perguntaram isto? Poucos por certo. Leis são normas sociais que visam regular as relações. O conceito é bem mais amplo, mas para o que me proponho abordar, basta. Não vou me arriscar no campo dos conceitos vez que sou tão somente um “Adauto” segundo um de meus poucos e incautos leitores.
Ao iniciar nesta manhã a atividade atualização das notícias no blog me deparei com diversas delas falando sobre mortos e feridos no trânsito. Por que tantos acidentes ocorrem? São diversos os motivos. Ruas, avenidas e estradas mal conservadas, sinalização precária quando não existente. Estou afastado do tema trânsito com profissional desde quando a Polícia deixou de elaborar o Processo Sumario por crimes no trânsito. À época não havia o IP. Havia como disse o PS, este iniciado na Delegacia com a portaria instauratória servindo denuncia. Havia obviamente o contraditório. O Processo era então remetido a juízo onde era concluído. Á época vivíamos em São Sebastião do Caí e os gringos desciam e subiam pela estrada de São Vendelino “voando” com seus carros, Ford Galaxie e Dodge Dart. Eram veículos dotados de motores de alta potência e conhecidos “bebedores” de gasolina. Acidentes ocorriam todos os dias. Era uma verdadeira insanidade.
Depois em Montenegro onde vivemos algum tempo, encontrei um problema. Afastada da cidade havia uma fábrica de cervejas da Antarctica junto ao Rio Caí. Trabalhavam em três turnos. Por volta da meia noite, quando da troca de turno, raro era o dia em que não havia acidentes com vítimas. À noite sempre havia a formação de cerração. Os operários e sua maioria usavam bicicletas. Cansado de tanto realizar os processos sumários decidi buscar uma solução. Com um caminhão da Prefeitura e alguns servidores da polícia OSTENSIVA, passei a recolher bicicletas naquele horário, pois não usavam farol e sinalização. Passei a exigir faróis e para tal sempre exigia a NF que era carimbada e rubricada a fim de não sermos passados para trás já que vivemos num país cujo povo tem por hábito ser esperto ou malandro com queiram. Quase fui linchado. Levei um “pau” danado na rádio de lá. Alguns meses depois o que fizera foi reconhecido como o certo, vez que acidentes eram então uma raridade. Isto bem demonstra que o grande fator que permite acidentes ocorram em volume tamanho é a falta de fiscalização, fiscalização esta eu só se alcança com policiamento efetivo, nas 24 horas do dia e nos 365 dias do ano.
Faz cerca de dois anos, face ao crescente número de acidentes em todo o país o Congresso Nacional fez uma lei que diziam rigorosa para coibir o álcool nas rodovias. Bobagem, pura bobagem, pois não carecíamos e nem carecemos de lei e sim do cumprimento do que já existe. Durante o veraneio aqui no litoral em que o movimento na Estrada do Mar se multiplica por si mesmo centenas de vezes, as vítimas de acidentes são infinitamente em número menores que fora da temporada. Tal lei misturou as coisas, pois proibia a venda e ingestão de bebidas em estabelecimentos à margem de rodovias. As rodovias têm a chamadas áreas de domínio. Esta faixa está sob circunscrição das polícias rodoviárias. A partir deste espaço a competência é do município. E quem fornece Alvará de funcionamento a restaurantes e outras atividades econômicas à margem de rodovias são os municípios. Como se observa aí já foi instituída uma confusão. Instituída a confusão ninguém ganha nada cm a mesma. As mortes continuam ocorrendo e em boa parte dos acidentes temos condutores embriagados ao volante.
Há os pardais, algo que reputo desonesto, pois apenas toma o dinheiro do contribuinte, não inibindo efetivamente o abuso em todos os sentidos.
Para reduzir o número de vítimas de acidentes existe um só remédio. Policiamento nas ruas e rodovias. Assim sendo pode-se facilmente concluir que as mortes e mutilações vão continuar ocorrendo e de maneira crescente, pois o estado não faz sua parte, ou melhor, o faz, mas somente durante o veraneio. Nas rodovias federais não é diferente, vez a Polícia Federal usa muitos dos membros de eu segmento rodoviário em investigação, já que tem efetivo ainda muito reduzido, embora o atual governo venha investindo muito em sua Polícia Federal.
Afora isto, tudo não passa de tertúlia flácida para dormitar bovinos.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Voltamos à vida normal.
02/072010
Hoje foi encerrado o campeonato de ludopédio entre nações, para nós infelizmente. Havia uma insanidade em que a grande maioria só pensava nas disputas. A vida saiu dos trilhos. As empresas colocavam televisores para que os empregados eventualmente dessem uma olhada nas disputas, dividindo assim o tempo com seus afazeres profissionais. Nas repartições publicas foi uma festa, pois a grande maioria dos gestores, irresponsáveis e bondosos mudaram horários de trabalho em função do ludopédio. Muitos. Nem todos felizmente. Aqui em Xangri-Lá onde temos um gestor muito ”bonzinho”, hoje as escolas e creches largaram mais cedo, pois havia uma disputa envolvendo nossa nação. Como disse, felizmente nem todos são de tamanha irresponsabilidade. Por que digo isto?
Por que durante a manhã de hoje, quando de uma dessas disputas, recebi um amigo acompanhado de sua esposa em minha casa, momentaneamente desempregada. Como o filho de cerca de três anos não os acompanhava perguntei pelo mesmo. Foi-me respondido que estava na creche. Então perguntei se particular. Para minha surpresa a resposta foi não. O menino está numa creche pública, só que eles hoje residem em Imbé. Isto mesmo, em Imbé não tem essa de deixar as mães que trabalham empenhadas para que servidores públicos possam se dar ao luxo de irem para casa a fim de assistirem os jogos de ludopédio. Aliás, Imbé vem se destacando aqui no litoral pelo fato de a atual administração ter uma visão mais objetiva e real das necessidades. Lá foi criada uma Secretaria Municipal de Segurança, à testa da qual está o Inspetor de Polícia Ferreirinha, com quem já trabalhei em 1988, isto antes de passar 6 longos meses em casa, recebendo meus salários e afastado da Delegacia por ordem política já que havia certo tipo, hoje bem conhecido, que temia fosse seu “menino” apanhado por minha instituição E não é só isto. A Administração de Imbé instituiu sua Guarda Municipal que está cuidando não só do trânsito como da segurança da cidade, pois se percebe que a polícia OSTENSIVA do estado tem outros interesses que não a prestação de sua obrigação constitucional.
Hoje felizmente está sendo gestada no Congresso Nacional a instituição de Guardas Municipais com poder de polícia em todo o país, pois este tipo de serviço na maioria das nações é de incumbência da municipalidade, permanecendo somente com o estado a Polícia REPRESSIVA ou Judiciária.
Igualmente está no Congresso sendo gestada uma providência muito salutar. Como já temos o CNJ que cuida das atividades do Judiciário em todo o território nacional, está surgindo o Conselho Nacional das Polícias Judiciárias a ser ocupado exclusivamente por membros das polícias. Isto é muito interessante vez que vai colocar o MP no seu lugar já que hoje esta instituição pretende ser a fiscal das atividades de Polícia REPRESSIVA e ela própria desviando efetivos da polícia OSTENSIVA vem se imiscuindo em atividades REPRESSIVAS.
Resumindo, está havendo lucidez neste país em que o ludopédio ainda fala mais alto do que o interesse da cidadania.
Hoje foi encerrado o campeonato de ludopédio entre nações, para nós infelizmente. Havia uma insanidade em que a grande maioria só pensava nas disputas. A vida saiu dos trilhos. As empresas colocavam televisores para que os empregados eventualmente dessem uma olhada nas disputas, dividindo assim o tempo com seus afazeres profissionais. Nas repartições publicas foi uma festa, pois a grande maioria dos gestores, irresponsáveis e bondosos mudaram horários de trabalho em função do ludopédio. Muitos. Nem todos felizmente. Aqui em Xangri-Lá onde temos um gestor muito ”bonzinho”, hoje as escolas e creches largaram mais cedo, pois havia uma disputa envolvendo nossa nação. Como disse, felizmente nem todos são de tamanha irresponsabilidade. Por que digo isto?
Por que durante a manhã de hoje, quando de uma dessas disputas, recebi um amigo acompanhado de sua esposa em minha casa, momentaneamente desempregada. Como o filho de cerca de três anos não os acompanhava perguntei pelo mesmo. Foi-me respondido que estava na creche. Então perguntei se particular. Para minha surpresa a resposta foi não. O menino está numa creche pública, só que eles hoje residem em Imbé. Isto mesmo, em Imbé não tem essa de deixar as mães que trabalham empenhadas para que servidores públicos possam se dar ao luxo de irem para casa a fim de assistirem os jogos de ludopédio. Aliás, Imbé vem se destacando aqui no litoral pelo fato de a atual administração ter uma visão mais objetiva e real das necessidades. Lá foi criada uma Secretaria Municipal de Segurança, à testa da qual está o Inspetor de Polícia Ferreirinha, com quem já trabalhei em 1988, isto antes de passar 6 longos meses em casa, recebendo meus salários e afastado da Delegacia por ordem política já que havia certo tipo, hoje bem conhecido, que temia fosse seu “menino” apanhado por minha instituição E não é só isto. A Administração de Imbé instituiu sua Guarda Municipal que está cuidando não só do trânsito como da segurança da cidade, pois se percebe que a polícia OSTENSIVA do estado tem outros interesses que não a prestação de sua obrigação constitucional.
Hoje felizmente está sendo gestada no Congresso Nacional a instituição de Guardas Municipais com poder de polícia em todo o país, pois este tipo de serviço na maioria das nações é de incumbência da municipalidade, permanecendo somente com o estado a Polícia REPRESSIVA ou Judiciária.
Igualmente está no Congresso sendo gestada uma providência muito salutar. Como já temos o CNJ que cuida das atividades do Judiciário em todo o território nacional, está surgindo o Conselho Nacional das Polícias Judiciárias a ser ocupado exclusivamente por membros das polícias. Isto é muito interessante vez que vai colocar o MP no seu lugar já que hoje esta instituição pretende ser a fiscal das atividades de Polícia REPRESSIVA e ela própria desviando efetivos da polícia OSTENSIVA vem se imiscuindo em atividades REPRESSIVAS.
Resumindo, está havendo lucidez neste país em que o ludopédio ainda fala mais alto do que o interesse da cidadania.
sábado, 19 de junho de 2010
Anotações de uma madrugada.
19/06/2010
Queda de braço.
De um lado os concessionários de emissoras de rádio e televisão. As instalações físicas pertencem às concessionárias, mas tanto os canais de rádio quanto os de televisão são próprios da União, ou seja, são públicos. Faz pouco tempo ouvia às 19 horas, em dias úteis, programa apresentado pelo mano Claudio Brito na rádio Gaúcha. Os concessionários que se achavam senhores de tudo, haviam obtido uma medida liminar na justiça e deixaram de transmitir A voz do Brasil, antigo programa radiofônico levado ao ar sempre das 19 as 20horas. Entendiam eles que deveriam disponibilizar à União os horários menos rentáveis a eles. Deram-se mal, felizmente, pois em última análise estes canais pertencem ao povo da nação. Confesso que entendo ser o Claudio Brito que é Promotor Público aposentado, o melhor profissional que milita na repetidora. Muito melhor que outro que tem fama, mas está abaixo do Brito. Já vi o outro, o sabichão, levar duas verdadeiras tundas quando no ar, uma foi do Professor Carlos Alberto Chiarelli, faz muitos anos, e outra recentemente na TV por parte do Alceu Moreira. Com estes dois ele não conseguiu se impor. Não gosto dele, pois quando determinado governo do estado fez todo o possível para quebrar a Caldas Júnior, este era funcionário da mesma e organizou os empregados a fim de tomarem a empresa. Para azar dele a empresa foi adquirida pelos Ribeiro e o tal foi mandado embora.
Muitos defendem o fim dos canais públicos de televisão. Eu não. São estes os canais que nos trazem programação de excelente nível. Os outros só se interessam por aquilo que lhes renda muito dinheiro e em razão disto temos os Big Bosta da vida e outras tantas merdas, isto sem considerara praga das novelas que escravizam milhões que deixam de ler, por exemplo, para religiosamente assistirem os capítulos diários de novelas. E o pior é que quando as mesmas se aproximam do final, já exauridos os assuntos, os caras enchem lingüiças por semanas e os babacas ficam à frente dos televisores babando.
Como perdi o sono assisti às 04 horas de hoje um programa na TV Cultura de São Paulo, cujo título parece-me ser “Encontro com os Cientistas. O entrevistado foi o antropólogo Antonio da Matta. Um belíssimo programa, daqueles que proporcionam enorme prazer a quem os assiste. Algo que o entrevistado disse me calou fundo. Disse que certa feita chegou a aldeia dos Carijós e soube que instantes antes haviam sepultado uma mãe falecida no parto e seu bebê, este nascido vivo por que na aldeia não havia uma única mulher que pudesse amamentá-lo no peito. Disse ele que não sabe qual seria sua reação se lá estivesse naquele momento. Diferentes culturas provocam enormes choques sem dúvida alguma.
Eu não consigo aceitar a intromissão da igreja de Roma que veio vender aos então habitantes desta terra, os nativos, o seu Deus. Tinham eles seus deuses para tudo e viviam muito bem. Viviam tão bem que até então desconheciam a gripe, a sífilis, as doenças venéreas etc. Lamento que assim tenha sido, pois entendo que a cultura de cada um dos povos deve ser respeitada. Se no correr do tempo decidissem eles adotar algo de outra cultura, no caso a nossa que era a invasora, que o fizessem livremente. E a coisa foi tão violenta que essa mesma igreja impunha aos negros escravizados nomes cristãos e dos tais santos. Com isto tiraram dos negros até mesmo sua identidade. Os negros eram capturados como se animais irracionais fossem e aqui vendidos como escravos. Era-lhes servida uma farta ração diária não por consideração e sim como combustível a fim de as “maquinas” estivessem abastecidas a fim de trabalhar de sol a sol no dia seguinte. Certa ocasião assisti um comercial gravado em estádio de futebol no Rio de Janeiro e vi um negro que tinha tão somente os dentes caninos escancarar a sua boca e gritar: Vasco, Vasco. Olhei para a TV indignado e chamei-o de filho da puta, pois os portugueses trouxeram seus ancestrais para cá, se serviram das mulheres e filhas dos mesmos para saciar seu apetite sexual. Assim sendo como poderia aquele cretino torcer pelo Vasco da Gama? O fazia por absolutamente ignorante, sem escolaridade que lhe permitisse pensar. Tempos depois meu filho contou este fato a seus amigos em Taquara e a turma caiu na gargalhada concordando com o que eu dissera. E digo que a escolaridade necessária para pensar não é necessariamente a superior. Todos que puderem cursara a universidade que o façam, pois extremamente importante. Necessário ler e ler muito. Há um brasileiro, industrial dos mais bem sucedidos e que nunca enfrentou uma greve entre seus empregados. Seu nome é José Alencar Gomes da Silva. Ele tem somente por escolaridade o antigo curso primário, mas já o ouvi várias vezes e não há assunto que não domine. Ele fala sobre cultura, artes, economia e por aí vai. Seu conhecimento foi adquiro do ao longo de sua extensa vida através da busca constante do conhecimento. Este cidadão vocês conhecem apenas como José Alencar e é o Vice Presidente da Republica.
Queda de braço.
De um lado os concessionários de emissoras de rádio e televisão. As instalações físicas pertencem às concessionárias, mas tanto os canais de rádio quanto os de televisão são próprios da União, ou seja, são públicos. Faz pouco tempo ouvia às 19 horas, em dias úteis, programa apresentado pelo mano Claudio Brito na rádio Gaúcha. Os concessionários que se achavam senhores de tudo, haviam obtido uma medida liminar na justiça e deixaram de transmitir A voz do Brasil, antigo programa radiofônico levado ao ar sempre das 19 as 20horas. Entendiam eles que deveriam disponibilizar à União os horários menos rentáveis a eles. Deram-se mal, felizmente, pois em última análise estes canais pertencem ao povo da nação. Confesso que entendo ser o Claudio Brito que é Promotor Público aposentado, o melhor profissional que milita na repetidora. Muito melhor que outro que tem fama, mas está abaixo do Brito. Já vi o outro, o sabichão, levar duas verdadeiras tundas quando no ar, uma foi do Professor Carlos Alberto Chiarelli, faz muitos anos, e outra recentemente na TV por parte do Alceu Moreira. Com estes dois ele não conseguiu se impor. Não gosto dele, pois quando determinado governo do estado fez todo o possível para quebrar a Caldas Júnior, este era funcionário da mesma e organizou os empregados a fim de tomarem a empresa. Para azar dele a empresa foi adquirida pelos Ribeiro e o tal foi mandado embora.
Muitos defendem o fim dos canais públicos de televisão. Eu não. São estes os canais que nos trazem programação de excelente nível. Os outros só se interessam por aquilo que lhes renda muito dinheiro e em razão disto temos os Big Bosta da vida e outras tantas merdas, isto sem considerara praga das novelas que escravizam milhões que deixam de ler, por exemplo, para religiosamente assistirem os capítulos diários de novelas. E o pior é que quando as mesmas se aproximam do final, já exauridos os assuntos, os caras enchem lingüiças por semanas e os babacas ficam à frente dos televisores babando.
Como perdi o sono assisti às 04 horas de hoje um programa na TV Cultura de São Paulo, cujo título parece-me ser “Encontro com os Cientistas. O entrevistado foi o antropólogo Antonio da Matta. Um belíssimo programa, daqueles que proporcionam enorme prazer a quem os assiste. Algo que o entrevistado disse me calou fundo. Disse que certa feita chegou a aldeia dos Carijós e soube que instantes antes haviam sepultado uma mãe falecida no parto e seu bebê, este nascido vivo por que na aldeia não havia uma única mulher que pudesse amamentá-lo no peito. Disse ele que não sabe qual seria sua reação se lá estivesse naquele momento. Diferentes culturas provocam enormes choques sem dúvida alguma.
Eu não consigo aceitar a intromissão da igreja de Roma que veio vender aos então habitantes desta terra, os nativos, o seu Deus. Tinham eles seus deuses para tudo e viviam muito bem. Viviam tão bem que até então desconheciam a gripe, a sífilis, as doenças venéreas etc. Lamento que assim tenha sido, pois entendo que a cultura de cada um dos povos deve ser respeitada. Se no correr do tempo decidissem eles adotar algo de outra cultura, no caso a nossa que era a invasora, que o fizessem livremente. E a coisa foi tão violenta que essa mesma igreja impunha aos negros escravizados nomes cristãos e dos tais santos. Com isto tiraram dos negros até mesmo sua identidade. Os negros eram capturados como se animais irracionais fossem e aqui vendidos como escravos. Era-lhes servida uma farta ração diária não por consideração e sim como combustível a fim de as “maquinas” estivessem abastecidas a fim de trabalhar de sol a sol no dia seguinte. Certa ocasião assisti um comercial gravado em estádio de futebol no Rio de Janeiro e vi um negro que tinha tão somente os dentes caninos escancarar a sua boca e gritar: Vasco, Vasco. Olhei para a TV indignado e chamei-o de filho da puta, pois os portugueses trouxeram seus ancestrais para cá, se serviram das mulheres e filhas dos mesmos para saciar seu apetite sexual. Assim sendo como poderia aquele cretino torcer pelo Vasco da Gama? O fazia por absolutamente ignorante, sem escolaridade que lhe permitisse pensar. Tempos depois meu filho contou este fato a seus amigos em Taquara e a turma caiu na gargalhada concordando com o que eu dissera. E digo que a escolaridade necessária para pensar não é necessariamente a superior. Todos que puderem cursara a universidade que o façam, pois extremamente importante. Necessário ler e ler muito. Há um brasileiro, industrial dos mais bem sucedidos e que nunca enfrentou uma greve entre seus empregados. Seu nome é José Alencar Gomes da Silva. Ele tem somente por escolaridade o antigo curso primário, mas já o ouvi várias vezes e não há assunto que não domine. Ele fala sobre cultura, artes, economia e por aí vai. Seu conhecimento foi adquiro do ao longo de sua extensa vida através da busca constante do conhecimento. Este cidadão vocês conhecem apenas como José Alencar e é o Vice Presidente da Republica.
domingo, 13 de junho de 2010
Operação da Brigada Militar no Rio Grande do Sul prende 554 pessoas
Uma operação da Brigada Militar que começou na quinta-feira (10) e terminou na manhã deste domingo (13) em todo o Estado do Rio Grande do Sul resultou na prisão de 554 pessoas, 33 com posse de entorpecentes.
Na operação, foram apreendidos 8 quilos de maconha, 182 gramas de crack e 70 gramas de cocaína. Dezoito pessoas foram presas por tráfico de drogas. Foram recolhidas, ainda, 29 armas brancas, 24 armas de fogo e duas impróprias. Também foram efetuadas 161 apreensões de munição.
A brigada montou 1.480 barreiras em todo o Estado e fiscalizou 71.572 veículos. Desses, 2.088 foram autuados e 612 apreendidos. Quinze carros roubados foram recuperados.
A fiscalização também chegou a bares e casas noturnas. A brigada apreendeu 82 máquinas de caça-níquel. UOL
Fonte: www.camera2.com.br
Diz o blogueiro – essa polícia que de ostensiva tem muito pouco vez que se comporta como um partido político voltado aos interesses corporativos. Isto nada mais é do que a obrigação deles de estarem nas ruas 24 horas ao dia e 365 dias ao ano. Agora essa de “armas impróprias” confesso que já vi várias vezes, mas não consigo imaginar o que seja e isto que sou Comissário de Polícia hoje inativo depois de mais de trinta anos de atividade. Eles são igualmente peritos em fazer marketing. Consumados os roubos a bancos os mesmos passam à Polícia Judiciária que os investiga através do DEIC. Mesmo assim eles montam um enorme circo e ficam fazendo marketing, contando para tal com os focas e editores de polícia despreparados em jornais. E assim vão iludindo os pagadores de tributos que não contam com o policiamento a que tem direito pelos tributos que pagam.
Na operação, foram apreendidos 8 quilos de maconha, 182 gramas de crack e 70 gramas de cocaína. Dezoito pessoas foram presas por tráfico de drogas. Foram recolhidas, ainda, 29 armas brancas, 24 armas de fogo e duas impróprias. Também foram efetuadas 161 apreensões de munição.
A brigada montou 1.480 barreiras em todo o Estado e fiscalizou 71.572 veículos. Desses, 2.088 foram autuados e 612 apreendidos. Quinze carros roubados foram recuperados.
A fiscalização também chegou a bares e casas noturnas. A brigada apreendeu 82 máquinas de caça-níquel. UOL
Fonte: www.camera2.com.br
Diz o blogueiro – essa polícia que de ostensiva tem muito pouco vez que se comporta como um partido político voltado aos interesses corporativos. Isto nada mais é do que a obrigação deles de estarem nas ruas 24 horas ao dia e 365 dias ao ano. Agora essa de “armas impróprias” confesso que já vi várias vezes, mas não consigo imaginar o que seja e isto que sou Comissário de Polícia hoje inativo depois de mais de trinta anos de atividade. Eles são igualmente peritos em fazer marketing. Consumados os roubos a bancos os mesmos passam à Polícia Judiciária que os investiga através do DEIC. Mesmo assim eles montam um enorme circo e ficam fazendo marketing, contando para tal com os focas e editores de polícia despreparados em jornais. E assim vão iludindo os pagadores de tributos que não contam com o policiamento a que tem direito pelos tributos que pagam.
Opinião Enviado em 13 de Junho de 2010
Publicado por Ruy Gessinger
Li um interessante artigo em ZH de ontem, em que se apela para deixar a internet um pouco de lado, em prol de aconchego e do convívio. São ponderáveis as razões e a leitura é de proveito.
Mas me lembrei de algumas coisas.
Quando eu era gurizinho bem novo, o que mais gostava de fazer era me enfurnar no meu quarto e ler Winnetou de Karl May, Seleções do Readers Digest e acompanhar os jogos de xadrez que eram reproduzidos no Correio do Povo. Sim, aprteciava jogar futebol e dar fundaços nas pombas rolas, mas gostava mesmo era de me refugiar no quarto e ler. Acho que foi por isso que suplementei muita coisa que a rua e a escola não me deram.
Quando assumi meu cargo de juiz em Horizontina, em 1972, só conseguia falar com meus pais em S. Cruz através do radioamador. Eles tinham que ir até a casa do meu primo Otávio Beck e eu ia na casa de um radioamador de Horizontina, cujo nome não me recordo e aí conversávamos. Esse meu primo passava horas, dias e noites, falando através do radioamador, encerrado em um quartinho, com todo o mundo. Ficava recluso no quartinho, isso mesmo, horas e horas, falando e falando com gente que nunca viu e que nunca veria.
Depois surgiu a onda do rádio faixa cidadão, os famosos PX. Acho que isso foi lá pelos anos 80. Eu tinha um rádiotransmissor no meu carro. Bah, eu entrava no carro e já ia falando com desconhecidos. Cansei de o carro estar na garage e eu me sentar dentro e ficar horas falando .
Não sei não. Mas eu tenho um pouquinho de alergia a junção de gente, todo mundo falando ao mesmo tempo, tenho um pouco de urticária com visitas ou reuniões prolongadas e não aguento palestras, nem formaturas, nem festas de juntamento de conhecidos ou turmas de formatura.
Muita gente é assim.
E a internet, se resulta em algumas mortes ou crimes passionais, de outro lado é um belíssimo meio de instrução, de busca de cultura e de informação independente.
Claro, até remédio, tomado em excesso, mata.
Mas é da natureza do humano ficar solito às vezes.
Ou não é a coisa mais linda matear solito numa madrugada?
COMENTÁRIO DO LOEFFLER
Ruy muito interessante este artigo sobre Internet. Todos os dias ao meio-dia sintonizo a repetidora a fim de assistir o tal JA, hoje o moderno circo, vez que sempre vai a uma cidade do interior com os seus “artistas” e de lá transmite levando uma montanha de dinheiro das Prefeituras. E esses Prefeitinhos adoram aparecer na TV. Os grandes grupos de comunicação odeiam a Internet, pois dentro de seus veículos conseguem controlar os conteúdos, mas a Internet trás a todos nós aquilo que querem esconder. No final do ano passado o Prévidi lançou um livro com o título ”Farofa e Pimentão” o qual tem uma história minha de praia. São mais de vinte historias vividas por várias pessoas em nosso litoral. Naquela ocasião conheci uma figura simpática e educada que me ofereceu seu cartão. Não pude fazer o mesmo, pois ainda não providencie cartões de visita. Dita pessoa amabilíssima perguntou se poderia me visitar aqui na praia. Respondi que teria imenso prazer em recebê-lo em minha residência, mas que não me viesse oferecer patrocínio de uma instituição estatal na qual trabalha, pois isto me tiraria a liberdade editorial que tenho por não vender espaços publicitários. Ele não apareceu aqui no verão. Dia 7 do corrente em outro lançamento de livro nos encontramos. Cobrei a visita dele e disse-me que não veio ao litoral, mas que vai me visitar. Já fui consultado por uma banca de advocacia de Porto Alegre sobre anúncios no meu blog. Digo aqui que ainda não respondi a consulta. Reconheço que foi grosseria de minha parte, pois faz bem mais de um mês. Não houve maldade de minha parte, pois o volume de mails que recebo está ficando muito pesado a um só. Preciso repensar o site.
Fonte: http://blog.gessinger.com.br/
Publicado por Ruy Gessinger
Li um interessante artigo em ZH de ontem, em que se apela para deixar a internet um pouco de lado, em prol de aconchego e do convívio. São ponderáveis as razões e a leitura é de proveito.
Mas me lembrei de algumas coisas.
Quando eu era gurizinho bem novo, o que mais gostava de fazer era me enfurnar no meu quarto e ler Winnetou de Karl May, Seleções do Readers Digest e acompanhar os jogos de xadrez que eram reproduzidos no Correio do Povo. Sim, aprteciava jogar futebol e dar fundaços nas pombas rolas, mas gostava mesmo era de me refugiar no quarto e ler. Acho que foi por isso que suplementei muita coisa que a rua e a escola não me deram.
Quando assumi meu cargo de juiz em Horizontina, em 1972, só conseguia falar com meus pais em S. Cruz através do radioamador. Eles tinham que ir até a casa do meu primo Otávio Beck e eu ia na casa de um radioamador de Horizontina, cujo nome não me recordo e aí conversávamos. Esse meu primo passava horas, dias e noites, falando através do radioamador, encerrado em um quartinho, com todo o mundo. Ficava recluso no quartinho, isso mesmo, horas e horas, falando e falando com gente que nunca viu e que nunca veria.
Depois surgiu a onda do rádio faixa cidadão, os famosos PX. Acho que isso foi lá pelos anos 80. Eu tinha um rádiotransmissor no meu carro. Bah, eu entrava no carro e já ia falando com desconhecidos. Cansei de o carro estar na garage e eu me sentar dentro e ficar horas falando .
Não sei não. Mas eu tenho um pouquinho de alergia a junção de gente, todo mundo falando ao mesmo tempo, tenho um pouco de urticária com visitas ou reuniões prolongadas e não aguento palestras, nem formaturas, nem festas de juntamento de conhecidos ou turmas de formatura.
Muita gente é assim.
E a internet, se resulta em algumas mortes ou crimes passionais, de outro lado é um belíssimo meio de instrução, de busca de cultura e de informação independente.
Claro, até remédio, tomado em excesso, mata.
Mas é da natureza do humano ficar solito às vezes.
Ou não é a coisa mais linda matear solito numa madrugada?
COMENTÁRIO DO LOEFFLER
Ruy muito interessante este artigo sobre Internet. Todos os dias ao meio-dia sintonizo a repetidora a fim de assistir o tal JA, hoje o moderno circo, vez que sempre vai a uma cidade do interior com os seus “artistas” e de lá transmite levando uma montanha de dinheiro das Prefeituras. E esses Prefeitinhos adoram aparecer na TV. Os grandes grupos de comunicação odeiam a Internet, pois dentro de seus veículos conseguem controlar os conteúdos, mas a Internet trás a todos nós aquilo que querem esconder. No final do ano passado o Prévidi lançou um livro com o título ”Farofa e Pimentão” o qual tem uma história minha de praia. São mais de vinte historias vividas por várias pessoas em nosso litoral. Naquela ocasião conheci uma figura simpática e educada que me ofereceu seu cartão. Não pude fazer o mesmo, pois ainda não providencie cartões de visita. Dita pessoa amabilíssima perguntou se poderia me visitar aqui na praia. Respondi que teria imenso prazer em recebê-lo em minha residência, mas que não me viesse oferecer patrocínio de uma instituição estatal na qual trabalha, pois isto me tiraria a liberdade editorial que tenho por não vender espaços publicitários. Ele não apareceu aqui no verão. Dia 7 do corrente em outro lançamento de livro nos encontramos. Cobrei a visita dele e disse-me que não veio ao litoral, mas que vai me visitar. Já fui consultado por uma banca de advocacia de Porto Alegre sobre anúncios no meu blog. Digo aqui que ainda não respondi a consulta. Reconheço que foi grosseria de minha parte, pois faz bem mais de um mês. Não houve maldade de minha parte, pois o volume de mails que recebo está ficando muito pesado a um só. Preciso repensar o site.
Fonte: http://blog.gessinger.com.br/
Coisas que ocorrem em nosso país.
13/06/2010
Neste final de semana foi divulgado em emissora de TV que o STJ concedeu Habeas Corpus a dois dos envolvidos no furto qualificado perpetrado contra o Banco Central em Fortaleza. De lá foram subtraídos 160 milhões de reais. Dinheiro para ninguém botar defeito. Estes dois que participaram do crime estavam enjaulados literalmente falando, pois apanhados pelo instituto da Prisão Preventiva aplicada durante a investigação do fato e que deveria durar pouco mais de 80 dias já que assim está no Código de Processo Penal estavam como disse “enjaulados” fazia mais de seis anos. Esta prisão era absolutamente arbitrária e não foi por outra razão que o STJ relaxou-a. Até agora não haviam sido julgados. Temos agora a Lei que veda o acesso a candidaturas a políticos condenados por um colegiado, ou seja, em segundo grau. Esta lei ainda vai dar muito que falar, pois a lei só pode retroagir para beneficiar o réu. Este é um dos princípios que norteia o direito.
Hoje acompanhando os jogos da Copa do Mundo dei uma passada no Canal 10 (Band) e para minha supressa lá estava um assassino já condenado, parece-me que em segundo grau, comentando o jogo. Trata-se do senhor Edmundo, também conhecido pela alcunha ou vulgo de “ANIMAL”. Esse cidadão, bêbado, envolveu-se num acidente de trânsito em que foram ceifadas duas ou três vidas. Como tem meios, ao que sei, seu processo está em Brasília para ser julgado mais uma vez. Ressalto que o mesmo ainda poderá ser beneficiado pelo instituto da prescrição.
Há outro caso que bem demonstra essas coisas que ocorrem neste país. O jornalista Pimenta da Veiga que deve ter muitas “pimentas” no cérebro, teve um caso amoroso com uma jornalista, colega sua de jornal que desfez a relação. Ela era Sandra Gomide, cerca de trinta anos mais jovem que ele. Este senhor matou-a de forma covarde e nojenta, desferindo contra a mesma um tiro pelas costas. E o fez numa propriedade no estado de São Paulo, em plena luz do dia e na presença de testemunhas. Esteve preso. Foi julgado o condenado, mas hoje goza de liberdade e dada sua idade já um tanto avançada por certo irá morrer em liberdade.
E é exatamente aqui que me pergunto por que a sociedade junto quase dois milhões de assinaturas a fim de encaminhar este projeto que resultou na Lei da Ficha Limpa e não toma uma atitude a fim de acabar com estes casos que fogem a regra e só beneficiam os que podem constituir excelentes advogados, pois penso que estes dois bandidos deveriam estar na cadeia. E você leitor o que pensa?
Neste final de semana foi divulgado em emissora de TV que o STJ concedeu Habeas Corpus a dois dos envolvidos no furto qualificado perpetrado contra o Banco Central em Fortaleza. De lá foram subtraídos 160 milhões de reais. Dinheiro para ninguém botar defeito. Estes dois que participaram do crime estavam enjaulados literalmente falando, pois apanhados pelo instituto da Prisão Preventiva aplicada durante a investigação do fato e que deveria durar pouco mais de 80 dias já que assim está no Código de Processo Penal estavam como disse “enjaulados” fazia mais de seis anos. Esta prisão era absolutamente arbitrária e não foi por outra razão que o STJ relaxou-a. Até agora não haviam sido julgados. Temos agora a Lei que veda o acesso a candidaturas a políticos condenados por um colegiado, ou seja, em segundo grau. Esta lei ainda vai dar muito que falar, pois a lei só pode retroagir para beneficiar o réu. Este é um dos princípios que norteia o direito.
Hoje acompanhando os jogos da Copa do Mundo dei uma passada no Canal 10 (Band) e para minha supressa lá estava um assassino já condenado, parece-me que em segundo grau, comentando o jogo. Trata-se do senhor Edmundo, também conhecido pela alcunha ou vulgo de “ANIMAL”. Esse cidadão, bêbado, envolveu-se num acidente de trânsito em que foram ceifadas duas ou três vidas. Como tem meios, ao que sei, seu processo está em Brasília para ser julgado mais uma vez. Ressalto que o mesmo ainda poderá ser beneficiado pelo instituto da prescrição.
Há outro caso que bem demonstra essas coisas que ocorrem neste país. O jornalista Pimenta da Veiga que deve ter muitas “pimentas” no cérebro, teve um caso amoroso com uma jornalista, colega sua de jornal que desfez a relação. Ela era Sandra Gomide, cerca de trinta anos mais jovem que ele. Este senhor matou-a de forma covarde e nojenta, desferindo contra a mesma um tiro pelas costas. E o fez numa propriedade no estado de São Paulo, em plena luz do dia e na presença de testemunhas. Esteve preso. Foi julgado o condenado, mas hoje goza de liberdade e dada sua idade já um tanto avançada por certo irá morrer em liberdade.
E é exatamente aqui que me pergunto por que a sociedade junto quase dois milhões de assinaturas a fim de encaminhar este projeto que resultou na Lei da Ficha Limpa e não toma uma atitude a fim de acabar com estes casos que fogem a regra e só beneficiam os que podem constituir excelentes advogados, pois penso que estes dois bandidos deveriam estar na cadeia. E você leitor o que pensa?
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